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O Profeta do Século XX

PREFÁCIO

 

 É sem dúvida verdade que toda geração de crentes cristãos desde o tempo dos apóstolos tentou atribuir a si as palavras de Jesus em Mateus 24:34: “Não passará esta geração sem que todas essas coisas aconteçam.” A esperança purificadora do retorno de Cristo inevitavelmente deve ter estado no coração de cada geração; mas o verdadeiro retorno físico de Jesus só poderia vir a geração final, ou do fim. A vasta maioria dos cristãos crê que esta geração do tempo do fim está vivendo agora. Isto se baseia no fato de que certos eventos históricos absolutamente necessários ao Seu retorno só aconteceram em anos bem recentes. De fato não ha nenhum evento profético importante que não esteja agora em desenvolvimento ou que ainda tenha de vir para anunciar o Seu retorno. Só nos resta um silêncio ofegante de espera como aconteceu nos dias de Noé, quando ele entrou na arca e o dilúvio demorou ainda sete dias.

 Nenhum evento importante no plano de Deus esteve sem uma testemunha a esse evento iminente. Nos dias do dilúvio, a arca foi um testemunho ão olho, enquanto o profeta Noé pregava a Palavra. No tempo do Êxodo, Deus enviou Moisés com sinais e prodígios e a Palavra. Nos dias da primeira vinda de Jesus, apareceu um poderoso profeta com a Palavra. Foi-nos prometido que nestes últimos dias receberíamos um precursor ão evento da Segunda Vinda de Cristo. Por isso este livrete agora e escrito para familiarizá-lo com esses eventos, e também para familiarizá-lo com o Profeta-Mensageiro que e o precursor do retorno literal do Senhor, quando Ele vier para levar Seu povo para Si.

 Visto que nunca houve um tempo na História bíblica em que o povo estivesse pronto e disposto a escutar o testemunho de Deus relativo a eventos vindouros de grande magnitude, crê-se que poucos estarão até mesmo um pouco cientes do testemunho que Deus já nos deu e estabeleceu como prova da Sua Vinda. Mas, espera-se que cada leitor deste artigo pense um pouco no conteúdo, e peça a Deus direção neste tempo critico.

Capitulo I

Localizando as Eras da Igreja Historicamente

Capitulo II

Um Mensageiro Escriturístico

Capitulo III

O Mensageiro Vindicado

A Vindicação Manifestada

Capitulo IV

Conclusões

O MENSAGEIRO À ERA DA IGREJA DE LÃODICEIA

CAPÍTULO I

LOCALIZANDO AS ERAS DA IGREJA HISTORICAMENTE

 A Bíblia mui Claramente declara que Deus designou um tempo limitado em que Ele trata fielmente para salvação com os gentios. Nele Ele chama a sair um povo para o Seu Nome. Para fazê-lo, Ele Se volta de Israel como uma nação, e chama ão arrependimento individualmente o previsto de cada parentela, tribo e nação. Estas afirmãções estão corretas em cada detalhe. Atos 11:18: “Na verdade, até aos gentios deu Deus o arrependimento para a Vida.” Atos 13:4o: “Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a Palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais (os judeus), e vos não julgais dignos da Vida Eterna, eis que nos voltamos para os gentios.” Atos 15:13-18: “Varões irmãos, ouvi-me. Simão relatou como, primeiramente, Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o Seu Nome. E com isto concordam as palavras dos profetas, como esta escrito: Depois disto, voltarei e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído; levantá-lo-ei das suas ruínas e tornarei a edificá-lo. Para que o resto dos homens bus que ao Senhor, e também todos os gentios sobre os quais o meu Nome e invocado, diz o Senhor, que faz todas estas coisas que são conhecidas desde toda a Etemidade.”

 Este período em que Deus está chamando a sair um povo dentre os gentios é conhecido como a “Plenitude dos Gentios”. Rom. 11:25: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.” Terminará quando o último membro eleito for trazido para dentro. Rom. 11:7-12: “Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono: olhos para não verem e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, e em tropeço, por sua retribuição; escureçam-se-lhes os olhos para não verem, e encurvem-se-lhes continuamente as costas. Digo, pois: porventura, tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua queda, veio a salvação aos gentios, para incitá-los (os judeus) à emulação. E, se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição, a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!”

 A “Plenitude dos Gentios” é, ela mesma, a parte maior de outro período bem conhecido de tempo que esta terminando agora e que e chamado de “Tempos dos Gentios.” Lucas 21:24:

 “E cairão a fio de espada e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” Devia-se notar imediatamente que estes dois períodos correm simultaneamente, mas um é político e o outro é espiritual, em conotação. Os tempos dos gentios são o período político de tempo referente ao domínio gentio sobre Israel. Começou quando Nabucodonosor levou Israel cativo, e termina quando Deus restaura Israel ao domínio mundial. Zacarias 12:4-10: “Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de espanto todos os cavalos e de loucura os que montam neles; e sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos e ferirei de cegueira todos os cavalos dos povos. Então, os chefes de Judá dirão no seu coração: A minha força são os habitantes de Jerusalém e o Senhor dos Exércitos, seu Deus. Naquele dia, porei  os chefes de Judá como uma brasa ardente debaixo da lenha e como um facho entre as gavetas; e a direita e a esquerda eles consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu próprio lugar, mesmo em Jerusalém. E o Senhor primeiramente salvara as tendas de Judá, para que a g1oria da casa de Davi e a gloria dos habitantes de Jerusalém não sejam exaltadas acima de Judá. Naquele dia, o Senhor amparara os habitantes de Jerusalém; e o que dentre eles tropeçar, naquele dia, será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do Senhor diante deles. E acontecerá, naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém. E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de graça e de suplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.” Esta restauração introduz o Milênio. A plenitude dos gentios e a era espiritual dos gentios em que notamos que Israel e cegado enquanto a luz aparece aos gentios. Este período terminara quando Cristo vier buscar Sua Noiva gentia.

 A Plenitude dos Gentios anunciada por Paulo em Romanos está identificada em Apocalipse como as Eras da Igreja. Elas são exatamente a mesma coisa. A prova disto encontra-se em Apocalipse, capítulos dois e três. Nesse lugar o Espírito está falando aos mensageiros das sete igrejas na Ásia Menor. Ele começa com o mensageiro a igreja de Éfeso e termina com o mensageiro a igreja de Laodiceia. Todas estas São igrejas gentias. Em tempo algum o Espírito fala à igreja que está em Jerusalém, que e a igreja judia. Se Ele estivesse endereçando tanto às igrejas gentias como às israelitas, Ele teria inevitavelmente de falar à igreja em Jerusalém. Mas não é assim. O grupo original da igreja é deixado de fora. Isto é exatamente como devia ser. Deus deixou de tratar com os judeus. Uns poucos judeus, através da eleição, entrarão, mas não muitos. Estes pertencerão à era gentia. Veja a perfeição desta premissa no tipo de José encontrando-se com seus irmãos no Egito. José (tipo perfeito de Cristo) foi traído por seus irmãos. Agora no Egito, eles se encontram perante ele. Eles estão muito amedrontados; mas em amor ele os saúda. Entretanto, a Noiva gentia de José não está ali quando os irmãos se encontram com José. Ela está oculta no palácio. Assim e quando Cristo vem perante Seus irmãos – eles veem Suas feridas e estão cheios de temor. Ele os trata em amor. Mas a Noiva gentia não está com Ele. Ela está no palácio, porque o dia em que Deus trata com os gentios terminou.

 Agora não é uma tarefa fácil ou trivial localizar com exatidão as sete eras da igreja quanto às suas datas, duração, mensageiros e outras características pertinentes. Quem arbitrariamente iria se declarar autoridade para fazer isso? Certamente não este escritor. Contudo qualquer estudante bíblico sabe que certa combinação seria a mais efetiva para realizar esta obra. Essa combinação é um estudo escriturístico da história somado a Revelação Divina. Ninguém pode negar que algumas destas eras passaram para a história. Mas visto que Cristo ainda não levou Sua Noiva para o lar, é evidente que estamos em uma das eras ainda em existência. As eras que terminaram podem e serão comprovadas pelo estudo da Escritura à luz da história. (E assim que apuramos muito no que diz respeito às profecias de Daniel.) A era seguinte e suas características serão reveladas por Revelação Divina. Isto é uma NECESSIDADE para que a igreja saiba exatamente onde está. Dificilmente se poderia esperar que a igreja fosse ajudada se toda sua informação fosse histórica. Ela não saberia o que estaria lhe acontecendo. Deste modo, com a perfeita combinação da história, Escritura e Revelação Divina, nós podemos saber com segurança a verdade das sete eras. Nosso método, nesta ocasião, é examinar as eras à luz da história e averiguar onde estamos, e então implorar a Deus que envie Seu profeta para revelar a Escritura relativa a esta era, para que a igreja saiba e realize todo o conselho de Deus.

 Mas, para começar, sabemos da Própria Escritura com toda a certeza, o que a primeira Era da Igreja foi e quem foi seu mensageiro. A era foi a Era de Éfeso e o mensageiro foi Paulo, o apóstolo aos gentios. Foi por meio de Paulo que a revelação completa de Deus veio aos gentios. Esta revelação foi de fato mais abundante do que aquela recebida por Pedro e os outros apóstolos com relação aos gentios. Gal. 2:6-8: “Esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram; antes, pelo contrario, quando viram que o Evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão (porque aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão, esse operou também em mim com eficácia para com os gentios).” Paulo foi tanto o mensageiro a Era de Éfeso quanto o pastor à igreja de Éfeso, porque ele tanto a fundou quanto cuidou dela. Não podemos estabelecer a data exata de quando esta era terminou. Não há necessidade de uma data exata, visto que as Eras, como todas as outras eras do tempo de Deus, parecem se sobrepor. Mas ela não durou muito, porque o poder de Deus tinha declinado por meio de incredulidade, até mesmo nos anos primitivos. Julgando pelo efetivo declínio de poder, esta era não foi além de aproximadamente 170 D.C.

 Continuando a localizar as Eras da Igreja ao se referir à Escritura e à história, examine  Apoc. 3:1-6. Isto é falado à igreja em Sardes, e é a quinta era. A chave neste ponto encontra-se no versículo 2: “Sê vigilante e confirma o restante que estava para morrer.” Não houve força alguma na Idade Media. Exceto por um pequenino rebanho, e esse largamente disperso, não houve nenhuma evidência forte do verdadeiro cristianismo. Mas agora, Lutero aparece e nutre com êxito a doutrina da Justificação, e a luz começa a resplandecer. A primeira demonstração de força em centenas de anos aparece, mostrando definitivamente que esta é a Era da Reforma da qual Lutero, sem dúvida, foi o mensageiro. Foi dito dele na história conforme Sauer: “O Dr. Martinho Lutero foi profeta, evangelista, falava em línguas, intérprete, em uma pessoa, dotado de todos os dons do Espírito.” Sabe-se bem que esta era existiu de cerca de 1550 até por volta de 1750.

 Com a quinta era localizada, não é difícil prosseguir e colocar a sexta, ou era de Filadélfia. Apoc. 3:7-13. O mensageiro a essa era de Duro do amor fraternal foi, sem dúvida, Wesley. Esta foi a era da porta aberta, missões, grandes mestres, tremendos reavivamentos. O Espírito Santo até mesmo Se manifestou mais aqui do que na quinta era. Deus estava verdadeiramente dando luz, vida e benção. Esta era durou de cerca de 1750 até a virada do século vinte.

 Retrocedendo e deixando a sétima era para considerar mais tarde, e certamente fácil estabelecer no tempo a quarta era. Esta se encontra em Apoc. 2:18-29. Aqui está a era que conheceu as profundezas de Satanás (vers. 24). A mais obscura de todas as eras até esta data – pouca Palavra, pouco poder. O homem tinha usurpado a posição e autoridade de Deus. A ganância de Roma tinha arruinado incontáveis almas, e em nome de Deus eles blasfemaram do próprio Nome e Palavra de Deus. Esta era durou desde por volta da virada do sexto século até a metade do dezesseis. Foi a Era de Tiatira, e seu mensageiro foi declarado ser Columba, porque ele mostrou em sua vida aquilo que mais exatamente se assemelhou ao poder e glória de Deus nos crentes do primeiro século. Esse é sempre o critério.

 A era seguinte, que nós facilmente determinamos, é a terceira era. Apoc. 2:12-17 fala ao mensageiro à igreja em Pérgamo. Mas Pérgamo é onde está o trono de Satanás. Isto é quando a religião do próprio Satanás (antiga religião babilônica) saiu à vanguarda. Esta religião que vai contra a Palavra de Deus desde o tempo de Caim, agora, depois do Concilio de Nicéia, invade a igreja nominal e introduz ritos pagãos, e dias santos, etc. Não é problema determinar as datas aqui, porque isto é o resultado do Concilio de Niceia, de cerca de 325 D.C., e antes da Idade Media, o que inevitavelmente tem de seguir tal perfídia. Ela durou da virada do século quarto até o começo do sétimo. Seu mensageiro, na mesma base em que pomos a prova os vários crentes foi, sem dúvida, Martin.

 Pelo processo de eliminação, prontamente se vê que a segunda era, Apoc. 2:8-11, que é chamada a Era de Esmirna, durou de 200 a 300 D.C. Ninguém defendeu a verdade de maneira mais hábil, ou creu mais firmemente em Deus, e deste modo manifestou o Espírito de Deus mais abundantemente, do que Irineu. Ele esteve bem qualificado para ser o mensageiro a essa era.

 Isto finalmente nos traz à era que reservamos para última, porque é de fato a última. Esta era também nos traz um mensageiro, como declarado na Escritura. Que agora estamos na Era de Laodiceia, é incontestável. É no final desta era que Israel tem de se tornar uma nação, e não mais ser pisado pelos gentios. Hoje Israel é uma nação. Ele tem seu próprio governo e tudo que diz respeito a ser uma nação madura. Os Tempos dos Gentios estão quase terminados. Deste modo, a Plenitude dos Gentios está quase terminada. O relógio de Deus bate a meia-noite dos gentios, quando o Noivo vier. Esta é a Era de Laodicéia, e conforme a Palavra de Deus, esta Era recebe tanto um mensageiro quanta uma Mensagem antes de expirar.

 As sete Eras da Igreja foram abordadas só levemente. O próximo livro, chamado As Sete Eras da Igreja, tratará abundantemente do assunto completo. Aqui, entretanto, só estamos estabelecendo prova secundaria para fundamento do nosso assunto, que trata mais com o mensageiro do que com as próprias eras.

CAPITULO II

UM MENSAGEIRO ESCRITURISTICO

 Um estudante cuidadoso tem de admitir que certamente sabemos quem foi o primeiro mensageiro à igreja. Foi Paulo. Ele foi um profeta que trouxe a Palavra direto De Deus ao povo. Ele foi apóstolo, porque levou a Palavra de Deus AO povo. Essa foi sua vindicação. Gal. 1:12: “Nem aprendi (a Palavra) de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” Ele continuamente chamou a si mesmo de ‘apóstolo’ ou ‘enviado.’ Agora, exceto por nosso estudo da história, constatamos ser biblicamente impossível designar quem realmente foram os mensageiros às eras da igreja. Mas, espere um minuto. Há uma passagem obscura em Apocalipse onde temos uma alusão direta ao Mensageiro a Laodicéia. Deus com toda a certeza nos deixou saber quem foi o mensageiro à primeira era da igreja, e com a mesma certeza Ele pode, e nos permitira saber quem é o último mensageiro à última era. Paulo foi vindicado por meio de um ministério infalível no Espírito – I Cor. 2:1-5: “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Cristo e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivos de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” Deste modo, na última era, este mensageiro de quem Deus fala, deve ter e terá um ministério vindicado na Palavra e Poder como Paulo teve, ou não podemos conhecê-lo.

 Este MENSAGEIRO é anunciado em Apoc. 10:7: “Mas nos dias da voz do SÉTIMO MENSAGEIRO, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, Seus servos.” Este versículo claramente diz respeito: Não a um anjo celestial tocando uma trombeta, mas é o MENSAGEIRO (um homem) A ERA DE LÃODICEIA FALANDO-NOS A PALAVRA DE DEUS. A prova disto é amplamente mostrada em Apoc. 9:13 e Apoc. 11:15. AQUI estão os dois trombeteiros celestiais. “E tocou o sexto anjo a trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro que estava diante de Deus, a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta.” “E tocou o sétimo anjo a trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor, etc.” Note que com a sexta trombeta os terríveis ais vem sobre a terra em julgamento. Note na sétima trombeta que Cristo é relatado como tomando Seu Reino legítimo. Mas em Apoc. 10:7 o mensageiro ali ainda está tocando, e seu toque está declarando os mistérios de Deus à igreja. Note também que em Apoc. 10:1-5 não temos o Senhor Jesus tomando um trono, mas Ele é retratado aqui como estando de pé na terra com Sua cabeça no céu. “E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o rosto era como o sol, e os pés, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto e pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra; e clamou com grande voz, como quando brama o leão; e, havendo clamado, os sete trovões fizeram soar as suas vozes. E, sendo ouvidas dos sete trovões as suas vozes, eu ia escrevê-las, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram e não o escrevas. E o anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a mão ao céu.” Isto é exatamente o que Estevão disse em Atos 7:47-51: “E Salomão lhe edificou casa; mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: o céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? Porventura, não fez a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim, vos sois como vossos pais.” Este é um quadro de Jesus ainda edificando Sua Igreja na terra. Foi isso que Estevão disse com respeito a Jesus retratado encontrando-Se na terra (estrado dos pés) com Sua cabeça no céu (trono). A mensagem ainda está sendo proferida. Entretanto, são os últimos dias. O tempo não será mais prorrogado. Mas Ele ainda está chamando Seu povo a Si Mesmo, mas não por muito tempo. Sim, isto nos mostra mui claramente que este que chamamos o sétimo anjo, não é um ser Espírito. Ele é homem. Ele é um MENSAGEIRO, e visto que é o último mensageiro, sendo o sétimo mensageiro, ele é o MENSAGEIRO À ERA DE LAODICÉIA. SEM DÚVIDA NÓS PODEMOS E IREMOS CONHECÊ-LO E ESCUTÁ-LO TÃO ATENTAMENTE QUANTO OS EFÉSIOS ESCUTARAM SEU MENSAGEIRO, PAULO.

Devemos agora começar nossa busca por este mensageiro.

 Há só uma maneira de fazê-lo. Devemos estudar a Escritura e ver o que a Palavra demanda dele. Quando tal homem aparece, completamente vindicado pela Palavra, nós temos o nosso mensageiro. É simples assim. Todavia, é geralmente na simplicidade que falhamos, como fizeram os judeus quando falharam em reconhecer tanto o mensageiro (João) quanto Jesus, o Cristo.

 Desde que a verdade do mensageiro à Sétima Era recebendo atenção especial encontra-se em Apoc. 10, estudaremos essa parte como uma das chaves da sua identidade. Conforme os versos 1-3, parte do livro de Apocalipse está sem escrever, porque João ouviu as vozes, mas foi proibido de escrever o que ouviu. “E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o rosto era como o sol, e os pés, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto e pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra; e clamou com grande voz, como quando brama o leão; e, havendo clamado, os sete trovões fizeram soar as suas vozes.” Estudantes de profecia admitem que tenha de vir e virá um tempo quando o conteúdo dessas vozes será revelado. No momento elas estão seladas. Elas são um mistério para nós. Mas está declarado em Apoc. 10:7 que todos os mistérios se cumprirão no final da Plenitude dos Gentios. Esse é o nosso dia. Portanto, será nesta era que as vozes dos trovões terão de ser ouvidas novamente, e desta vez, reveladas. MAS UMA VEZ QUE A PALAVRA DO SENHOR SÓ VEM AO PROFETA E ATRAVÉS DELE, nós podemos agora ver uma evidente verdade em Apoc. 10:7 onde está dito: ”Como anunciou (Deus) aos profetas, Seus servos”. Isto torna o mensageiro a Laodicéia um profeta, do mesmo modo que Paulo foi profeta. Este homem será um profeta-mensageiro para receber a Palavra não revelada de Deus e dá-La a nós. Será necessário um profeta para desselar as palavras escritas da revelação de Daniel. Quanto mais será necessário um profeta para receber as palavras não escritas de João.

 Para magnificar mais este pensamento, abordar estes versículos de outra forma. Voltamos-nos aos versículos de Apoc. 10:3-4: “E clamou com grande voz, como quando brama o leão; e, havendo clamado, os sete trovões fizeram soar as suas vozes. E, sendo ouvidas dos sete trovões as suas vozes, eu ia escrevê-las, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram e não o escrevas.” Agora, aqui está um grande mistério. A revelação tem de ser completa, e nós ainda estamos impedidos de saber o que foi dito. Sabemos que uma hora ou outra nós teremos de ouvi-las. Esse tempo é no tempo do fim. Nós agora nos perguntamos: “Quem receberá de Deus o mistério? Será o Papa? Será o Patriarca? Será o presidente do Concílio Mundial de Igrejas? Será o presidente de alguma denominação?” A resposta é NÃO! Há sempre só uma maneira de Deus poder dar a Sua Palavra, porque Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Está em Amós 3:7: “Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas.” É exatamente isso que Apoc. 10:7 diz: “Profetas, Seus servos.” Deste modo, este mensageiro da última Era da Igreja será um profeta! Ele será um profeta-mensageiro para revelar os mistérios que tem estado escondidos de nós.

 Mas, espere um momento! Não diz em Apoc. 22:18b: “Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste Livro”? Como então pode algum homem acrescentar a este Livro? Certamente que se ele ouvir e escrever as vozes dos trovões, ele estará acrescentando a este Livro. Não É ASSIM. Porque as vozes dos trovões são SETE, e visto que Não SE PODE ACRESCENTAR, é evidente que o que os trovões disseram, JÁ está contido na Palavra, mas têm permanecido como sete mistérios para nós no decorrer das eras. E é exatamente isso o que tudo isto significa. Não é verdade que um PROFETA revela e APLICA a Palavra ao povo? Deste modo, virá um profeta-mensageiro para revelar e concluir os mistérios da Palavra. E visto ser a Palavra que dá Vida e Poder e entendimento, esta revelação final trará os que creem e recebem a uma prontidão para se encontrarem com o Senhor. Que outra razão poderia haver? Deus é sempre utilitário em Suas obras.

 Devemos agora nos satisfazer quanto às quais são os sinais de identificação de um profeta. Também temos de determinar, a partir da Escritura, que manifestação especifica se requereria que um profeta à Era de Laodicéia tivesse. Para esclarecer a última premissa, simplesmente recorde que Moisés teve manifestação de vindicação diferente de Elias. Ambos foram profetas, mas em diferentes períodos da história, assim, naturalmente, eles devem ter fenômenos de qualificação e diferenciação.

Para examinar os sinais de identificação de um profeta: Estas são mostradas irrevogavelmente em Deut. 13:1-5, e Deut. 18:20-22: “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o Senhor, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o Senhor vosso Deus, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma. Após o Senhor vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis. E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o Senhor, vosso Deus, para andardes nele; assim, tirarás o mal do meio de ti.” “Porém o profeta que presumir soberbamente de falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não tenho mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, o tal profeta morrerá. E se disseres no teu coração: Como conheceremos a palavra que o Senhor não falou? Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, está é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.”

É evidente por estes versículos que Deus colocou homens neste mundo com a habilidade de prever o futuro ou revelar coisas presentes escondidas. Agora, é absolutamente impossível para qualquer homem saber o futuro com certeza, a não ser que ele esteja operando em um poder que possa fazer a predição acontecer. Também, ninguém pode por si mesmo realizar atos de poder que se encontram fora do campo das possibilidades humanas, a não ser que esteja em contato com alguma força que faça o miraculoso para ele  ao seu comando. Mas esta habilidade pode ser comum a dois grupos de homens:  Aqueles que são de Deus, e aqueles que são de Satanás. Um bom exemplo disto encontra-se quando Moisés demonstrou um poder sobrenatural através da fé em Deus; e os mágicos do Egito duplicaram os milagres por habilidade satânica. Não há dúvida de que poderíamos dizer que Deus tem Seus profetas e Satanás tem os seus. Mas, por favor, note atentamente as Escrituras apresentadas a você de Deut. capítulos 13 e 18. O profeta que é de Deus guiará e manterá os homens fiéis a Deus pela Palavra de Deus, mas o falso profeta desencaminhará os homens. Hoje nós ainda podemos aplicar o mesmo teste. O verdadeiro profeta será um homem da P ALA VRA e insistirá que todos os homens façam da Palavra o critério. Ele guiará os homens a Cristo. Sua vida será exemplar em obediência à Palavra, e seus motivos puros. Ele não operará em milagres e predizendo em beneficio de vantagem material, mas irá, toda vez, apontar homens e mulheres a Cristo e a um maior aprofundamento espiritual. Ele sempre exaltará o Senhor Jesus, e essa verdadeira e doce visão de Cristo que ele apresenta não será obscurecida por nenhuma ação do profeta.  É assim porque a Espírito de profecia e verdadeiramente a Espírito de Cristo.

Uma boa ilustração do que está exposto aqui é vista na vida de dois homens. Eram dois profetas: Moisés e Balaão. Veja a preocupação de Moisés, o qual está pronto a dar sua vida e tudo de si em favor da glória de Deus e o bem etemo do povo que ele guia. Aqui está um homem clamando contra o pecado, suplicando à humanidade, e glorificando a Deus. Aqui está um que pode dizer: “Já tomei qualquer coisa de vós? Já vos contei uma mentira? Quando profetizei, alguma vez deixou de acontecer? Alguma vez vos desencaminhei ou retive algo de vós que devíeis ter tido? Não vos guiei sempre a Deus e me lembrei sempre do vosso bem? Não tenho sido fiel tanto a Deus quanta a vós?” Mas Balaão não podia dizer assim. Em sua pressa para ganhar dinheiro adivinhando, ele quase quebrou a perna quando a jumenta a raspou severamente contra um muro de pedra. Em ganância cega ele tentou fazer comércio de todo dom que possuía. E quando não pode obter suficiente poder ou autoridade para prejudicar Israel, ele concebeu um plano para destruí-los. Este plano foi levar Israel à fornicação com as moabitas em Baal-Peor. Isto foi cem por cento contrário a Palavra de Deus. Ele os conduziu PARA LONGE DE Deus. Este homem, Balaão,  de fato não tinha utilidade para a Palavra de Deus, nem para Deus, nem para o povo de Deus. Ele era um egoísta, um destruidor. Mas um verdadeiro profeta, ao longo de toda a Palavra, é apresentado como um servo, um que procura o bem-estar de outros homens acima do seu próprio. Ele não adula as autoridades, nem menospreza os humildes. Ele diz e pratica a Palavra de Deus. Sua devoção a Deus está na Palavra e através da Palavra, o que ele demonstra pessoalmente por seu ministério e sua conduta.

Pelo que agora sabemos, compete a nós evitar poder que venha de, ou através da vida de homens errados de coração e errados de atuação. Evitar as palavras daqueles (ainda que eles falem de modo tão elevado) que deixam de lado a Palavra de Deus ou estejam de alguma maneira contrários à Escritura escrita que Deus inspirou a nós para o bem-estar da nossa vida. Estaria bem lembrar que os dois Simões ainda estão conosco hoje: Simão Pedro e Simão, o mágico. Aí esta o grande de Deus e o outro grande que não tem nem parte nem sorte com Deus. Há sempre dois homens ou dois grupos que demonstram poder, mas um tem a fonte errada de poder. O Espírito do anticristo está aqui tanto quanto o Espírito de Cristo. O Espírito do anticristo nos profetas de Satanás é tão parecido com o real e verdadeiro Espírito de Deus, que só mesmo os ESCOLHIDOS escaparão do engano. Mat. 24:22-24: “E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias. Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui ou ali, não lhe deis crédito, porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” Estes verdadeiros escolhidos recebem a Palavra. Quando estes verdadeiros Escolhidos veem o profeta e seus atos de poder, e veem que ele está certo com a Palavra e nunca se desvia, eles sabem que ele é de Deus e o recebem. Tudo que esse profeta diz e faz os conduz para mais perto Daquele que virá em breve. Eles não buscam nenhuma outra vindicação. Esta é a vindicação.

Agora, para examinar o que a Escritura mostra quanta ao ministério deste profeta e mensageiro à Era de Laodicéia. Ele é TANTO profeta QUANTO mensageiro. De fato, ele é o MENSAGEIRO à ERA. Ele tem uma MENSAGEM. Mas ele dificilmente poderia entrar em cena como mensageiro e ser aprovado como tal sem ser basicamente um profeta com quem estão a Palavra e o Poder. O oficio de profeta o qualifica a ser chamado mensageiro. É como foi com João Batista. Jesus disse: “Que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo Eu, muito mais do que profeta; porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu ANJO, que preparará diante de tio o teu caminho.” Este mensageiro precedendo a primeira vinda de Cristo foi predito na Bíblia, mas não chamado por nome. Você não acha que o mensageiro a Era de Laodicéia, que será precursor da segunda Vinda de Cristo (de que se fala mais e de maior importância do que a primeira vinda de Cristo) também será encontrado na Palavra se nós apenas tivermos olhos para buscar e ver? Sim, e ele também terá o ofício de profeta que vindicará sua posição como MENSAGEIRO à esta era, e é exatamente isso que Apoc. 10:7 diz: “Nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos.” Em nenhuma outra era foi dito isto sobre seus mensageiros. Não há nenhuma indicação de qualquer outra era, exceto a primeira e a última, ter um profeta-mensageiro. As outras cinco eras tiveram mensageiros. Eles não foram profetas. Eles foram reformadores. Todos tiveram mensagens. Todos tiveram alguma luz revelada. Nenhum daqueles cinco teve um “Assim diz o Senhor” vindicado. Mas Paulo teve. Agora neste último dia, quando o Mistério de Deus devia se cumprir, nós teremos um mensageiro que também é profeta, e “Assim diz o Senhor” estará novamente conosco como esteve com o apóstolo Paulo. Este profeta-mensageiro deve estar entre nós agora, porque Israel retornou a sua pátria. Os Tempos dos Gentios logo terminarão de modo que a Plenitude já deve estar quase completa. Aí esta, portanto, agora mesmo, em algum lugar, este poderoso profeta-mensageiro a esta era moribunda.

Mas como o reconheceremos? Isto pode não ser a coisa mais fácil de descobrir, porque somos tão complexos em nosso pensamento e tão estabelecidos em nossas próprias ideias quanto a como ele deve vir, e como ele será, e o que dirá e como agirá. Mas se somente considerarmos o mensageiro à primeira vinda, nós devemos encontrar ajuda com respeito ao mensageiro da segunda vinda.

João veio à parte de toda linha de pensamento religioso. Ele não era sacerdote, ainda que tivesse o direito por nascimento de ser um. Ele não era fariseu, nem era saduceu. Não há registro de que ele tenha pertencido aos essênios. Ele não foi instruído nem formalmente nem religiosamente pelos homens. Ele foi, entretanto, cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe, e aquele mesmo Espírito que o encheu, o ensinou. Seus objetivos eram tão diferentes dos daqueles ao seu redor que ele Não só foi mal entendido como violentamente repudiado. Ele não foi verdadeiramente entendido por seus próprios discípulos, e muito menos entendido pelos grupos que vieram questioná-lo. Sua vinda, suas atitudes, sua pregação – tudo causou mais confusão do que aparente iluminação. Ele parecia mais contra os homens do que a favor dos homens. Em todos os campos, exceto aquele do Espírito, ele foi absolutamente um não conformista. Exceto pelos próprios Escolhidos daquele dia, ele ou foi repudiado ou posta em dúvida. Agora então, não e mais do que possível que o mensageiro que será precursor da Segunda Vinda de Cristo seja exatamente como tal homem? Certamente que devemos dar crédito à história bíblica quando ela mostra profusamente que todo profeta maior e mensageiro de Deus foi tanto mal entendido quanto finalmente rejeitado por todos, exceto por uma escassa minoria em quem estava o mesmo Espírito de Deus.

Um estudo efetivo das condições espirituais do último dia ou da Igreja de Laodicéia nos dará muita compreensão quanto ao tipo de pessoa que este mensageiro será. Em Apoc. 3:14-22:  “E ao mensageiro da igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; que unjas os olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; se, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Conforme ao que está exposto aqui, a última igreja da última era é a mais deplorável de todas as eras, e sua vergonha e confusão culminam em completa apostasia porque Apoc. 3:20 diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa.” Este não é nenhum outro senão Cristo posto para fora de Sua própria igreja, e Ele está agora do lado de fora tentando tornar a obter permissão para entrar. Esta não é uma interpretação implausível, mas a verdade desolada, porque o versículo 22 diz: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito esta dizendo.” Este versículo vinte tem sido usãoo por tanto tempo para pecadores por obreiros pessoais bem-intencionados, mas de crença errada, que falhamos em ver que o Espírito de Deus está predizendo a exata condição da Igreja da Era de Laodicéia. Ela finalmente se torna sem Cristo.

Agora, não fique confuso. A razão por que falhamos em ver esta verdade é por causa de outra falha em nossa leitura da Palavra de Deus da maneira que está escrita. Leia novamente com atenção Apocalipse capítulos 2 e 3. Note que em cada era individual o Espírito está falando àqueles que são verdadeiros  cristãos e aqueles que são fingidos, ou incrédulos. Por um lado Ele censura severamente seu grosseiro pecado e por outro os elogia por sua piedade, fé, sofrimento, compreensão, etc. Como é isto? A resposta é simples. Nem todo Israel é Israel. Como Israel significa ‘Príncipe com Deus,’ houve multidões que levaram o nome como nos dias de Elias, mas isso não os torna o verdadeiro Israel. Talvez tenha havido até cinco milhões naquele dia que eram israelitas segundo a carne, mas houve só sete mil verdadeiros israelitas que não tinham dobrado o joelho à Baal. Hoje temos uma situação idêntica. Um pescador sai para lançar a rede. Todos os tipos caem. Há enguias, serpentes, tartarugas, caranguejos, lagostas, camarão, aranhas d’água, rãs, etc., que caem na rede – mas também há PEIXE. Um pastor tem um rebanho, tanto de ovelhas quanto de cabras. Um fazendeiro tem um campo – ele contém trigo e joio. Deste modo nós vemos que todos os que levam o nome de “cristão,” (de caminhar cheios do Espírito), ainda que com direito de fazê-lo pelo motivo de crerem no nascimento virginal, no sangue derramado, no Batismo do Espírito Santo, etc., não são verdadeiramente Cristãos NASCIDOS DA PALAVRA E CHEIOS DO ESPÍRITO. Hoje nós temos segunda, terceira, quarta, quinta, décima, vigésima, e trigésima geração de cristãos. Mas Deus não tem netos, só filhos. Assim, a Igreja hoje é verdadeiramente crista na carne, como foi Israel de antigamente, mas a Igreja que é o VERDADEIRO CORPO DE CRISTO e só uma parte deste vasto veiculo exterior, e é espiritual, como foram os sete mil nos dias de Elias. Mas como Israel segundo a carne alegava falar por Deus, e adorava a Deus, e regulava a vida religiosa do seu dia, do mesmo modo agora a presente igreja nominal alega falar por Deus, adora a Deus e regula a adoração como a conhecemos hoje.

Esta igreja hoje é rica. Ela tem vastas propriedades em bens imóveis e ações e apólices. Seus pastores têm fundos de aposentadoria de multiplicados milhões. Ela é rica em bens mundanos, mas muito pobre no espiritual. Ela está espiritualmente tão longe de Deus que Deus a chama desgraçada, cega, e nua, e ela nem mesmo o sabe. Apesar de toda a sua apostasia, ela diz que fala por Deus. Deus diz: “Tu não podes falar por Mim. Tu és morna. Tu te recusas a tomar uma posição justa ainda que alegues crer nas verdades maiores da Palavra. Deste modo, tu já não és minha porta-voz – vomito-te da minha boca.”

Isto não só é assim, mas o movimento religioso organizado que temos hoje é tão extensivo que Cristo é forçado a sair da igreja, porque a luz e as trevas não podem se misturar. Os protestantes vão retornar com os católicos romanos no movimento ecumênico. O Patriarca e o Papa já entraram em companheirismo. Os Estados Unidos já tiveram um presidente católico e, sem dúvida, terão mais a seguir. Os líderes de cada grupo repudiaram a Palavra e redigiram seus próprios credos e dogmas como um substituto, de modo que o povo já não vive pela Palavra de Deus. Todavia, apesar de todos eles negarem à santa e infalível Palavra de Deus, estas mesmas pessoas ousam dizer que falam por Deus. Alguns chegam a ponto de dizer que são os vigários de Cristo. Isto é verdadeiramente anticristo. Cristo tem de deixar a igreja à sua falência. Quando parte, Ele tem uma palavra aos Seus: “Sai dela, povo meu, e não sejas participante dos seus pecados.” “Pelo que sai do meio deles, e apartai-vos… e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei.” Apoc. 18:4 e 2 Cor. 6:17.

Rejeitar a Palavra é rejeitar Cristo. Quando Eva permitiu que Satanás mudasse apenas UMA palavra dos mandamentos de Deus, ela abriu à porta as inundações de pecado e miséria que tem perseguido os caminhos da humanidade por todos estes milhares de anos. As próprias últimas palavras de Jesus a igreja advertem: “Não tirem uma palavra – não acrescentem uma palavra – deixem-Na exatamente como está, e baseiem-se nisso.” Mas a igreja não deu ouvidos. Ela mudou a Palavra de Deus para A ajustar a si. Ora, agora mesmo há um conclave de estudantes dos judeus, católicos e protestantes que estão reescrevendo a Bíblia para ajustá-La a todos os três grupos. Não admira que o Dr. Billy Graham tenha dito que se o Espírito Santo deixasse a igreja, ela estaria tão inconsciente disto que seguiria adiante fazendo noventa por cento do que está fazendo presentemente, e não sentiria Sua falta. E é exatamente isso. Porque quando a Palavra é rejeitada, o Espírito é rejeitado, porque a Palavra e o Espírito são UM. Não se pode ter Deus a parte da Sua Palavra. É impossível.

Agora, desde que estas são as verdadeiras condições da igreja, que tipo de homem será o mensageiro que vem a esta era? Ele não será de NENHUM grupo ORGANIZADO. Isso seria impossível porque as organizações finalmente se unirão, destituídas de Deus. Ele não será de nenhuma assim chamada fonte religiosa RESPEITÁVEL. Ele tem de tomar posição sozinho, e POR DEUS e COM DEUS. Sua maneira de vida, fala e atitudes, tanto espirituais quanto materiais, serão diferentes de outros. Ele parecera ser a mesma pessoa desajustada como foi João e exatamente tão controverso. Ele não será popular. De fato, qualquer popularidade que ele ganhar nos dias iniciais do seu ministério, ele perderá quando começar a falar a verdade à medida que lhe for dada do Alto. Mas ele será o homem de Deus, e os escolhidos o conhecerão como sempre conheceram no decorrer das eras. O ministério deste homem deixará mais abertos os olhos dos escolhidos, mas fechara e tornara até mesmo mais cegos os olhos daqueles que se tornaram endurecidos. Assim foi nos dias de Jesus.

Aqueles que tiveram certa quantidade de luz e justiça em Seus dias foram os fariseus. Mas quando eles começaram a questionar e duvidar e rejeitar, toda luz deles se tornou trevas e eles ficaram completamente obscurecidos até matarem seu próprio Senhor. Mas, ao contrário, houve uma dama samaritana de ma fama que a viu junto a um poço. Em seu pecado ela creu Nele, e toda a sua escuridão se tornou pura luz, e ela viveu por meio da Sua graça, enquanto os fariseus morreram. Escute, então, este profeta-mensageiro quando ele vier com a Palavra, e não feche os ouvidos, para que sua luz não se torne escuridão, e o Espírito de Deus não mais lhe fale.

Tendo visto este tanto, prossigamos para descobrir o que a Escritura tem a dizer acerca deste mensageiro. Desde que este homem deve vir a nos no último dia, pouco antes de Jesus retomar, nós naturalmente examinaremos esse tempo à luz da Escritura referindo-Se à Sua Vinda, e veremos se podemos encontrar iluminação sobre este mensageiro. O Próprio Jesus nos deu a chave. Lucas 17:20-30. As características de dois períodos específicos de tempo reaparecerão no tempo do fim. Essas características são dos dias anteriores ao dilúvio e a derrubada de Sodoma. “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar.” Quando lemos estas palavras nós precisamos de compreensão espiritual, porque todas estas palavras nos dizem que o sistema mundial está ficando pior e pior até ser como os tempos de Noé e Ló. Agora, isso é verdade. Mas que bem faz saber quais São as condições do mundo se não tivermos algo de Deus para nos ajudar nessas condições? Ou, em outras palavras: Aqui está uma revelação do que é com o mundo – agora então, o que é conosco? O que é para nós? O que ocorreu naqueles dias que nos diz o que está do nosso lado? Há sempre dois lados.

Nos dias de Noé havia dois grupos. Havia os ímpios que pereceram; mas havia também os justos que escaparam. Nos dias de Ló havia três grupos: 1: Os habitantes de Sodoma; 2: Ló e sua família; 3: Abraão e sua família. Agora, se em nossos dias deve haver um exato paralelo àqueles dias, nós devemos procurar pelo lado espiritual e benéfico que foi o deles e aplicar isso a nós.

Veja os dias de Noé. Aqui esta, não só um pregador de justiça, mas um PROFETA, porque a Palavra de Deus veio a ele e através dele para aquele dia. Ele advertiu e pregou.

Ele construiu a arca. Isto foi em obediência a todo o conselho de Deus e por meio disso ele e sete outros foram salvos. O Espírito de Cristo estava neste homem. Mas, mesmo antes de Noé, houve um profeta chama do Enoque. Judas falando sobre Enoque disse que no tempo desesperado antes do dilúvio, este homem falou da SEGUNDA VINDA DE CRISTO. Imagine isso. A Segunda Vinda, quando nem mesmo tinha havido a Primeira Vinda. Aqui, de fato, está algo acerca do que nós devíamos conhecer, porque estamos esperando pela Segunda Vinda agora mesmo. Bem lá atrás, onde por muitos, muitos anos eles tinham ido contra Deus e Sua santa Palavra, levantou-se um PROFETA. Lá, quando os filhos de Deus tinham se corrompido com as filhas dos homens – quando o conhecimento era tão grande, e homens tão renomados – um período quando eles eram ricos e de nada tinham falta, todavia espiritualmente eles eram miseráveis e cegos como neste dia – sim, naqueles dias veio um PROFETA. E desde que o nosso dia deve seguir o padrão daquele período, nós não iremos simplesmente olhar e ver o aumento de pecado, e a falta de espiritualidade entre aqueles que alegam ser cristãos, mas começaremos a procurar por esse profeta que TEM de vir. Como Enoque bradou contra o pecado e iniquidade, ele pregou paralelamente sobre a Segunda Vinda de Cristo. A terra estava para ser destruída. Assim será em breve. Aquela era do dilúvio, então, é um tipo de hoje, quando a Vinda do Senhor se aproxima. No dia de Noé os justos foram salvos. Deus fez isto. Os ímpios pereceram. Tudo isso acontecera novamente. Mas nunca se esqueça, como eles tiveram um mensageiro que foi profeta, nós teremos um também.

Considere agora os dias de Ló, quando Sodoma foi destruída. O relato todo está em Gen. capítulos 18 e 19. Novamente nós não devemos ter olhos só para os ímpios. Devemos ver o que nos é devido, e nossa porção. Quando o inimigo vem como uma corrente de águas, Deus ergue a Sua bandeira. Isaias 59:19: “Então, temerão o nome do Senhor desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira.” Bem, o inimigo veio esperemos então por essa bandeira. Nos dias de Ló, quando a taça da iniquidade estava cheia, Deus não esqueceu Seus próprios escolhidos. Eles tiveram Seu cuidado especial. Qual foi esse cuidado? O Próprio Deus apareceu a Abraão. Lá no calor do dia, quando Abraão estava sentado junto à porta da sua tenda, ele viu três homens se aproximando. Ele correu e caiu aos pés de UM deles e clamou: “MEU SENHOR.” Ao anoitecer, quando os dois anjos (que também apareceram como homens) desceram a Sodoma, Deus começou a falar com Abraão. Deus deu a Abraão (um PROFETA) a revelação da destruição de Sodoma. Em Gen. 18:17, Deus disse: “Ocultarei eu a Abraão o que estou para fazer?” Não, Ele não poderia fazer isso, porque Deus revela aos Seus servos, os profetas, o que está para fazer. E quando Ele está revelando a Abraão sobre a destruição vindoura, Ele revela o FILHO VINDOURO pelo Qual o FIEL Abraão ansiava. E note isto. Aqui está Deus aparecendo em carne humana, revelando a Abraão o tempo daquele Filho Vindouro. Quando faz assim, Sara ri em seu coração. E Deus, de costas para a tenda onde Sara está, sabe que aquele riso está em seu coração, e fala, revelando seus próprios pensamentos, até mesmo os pensamentos do seu coração. Deus, o GRANDE PROFETA, ELE PRÓPRIO, lê o coração de Sara. E isto é exatamente como devia ser. Em Hebreus 4:12 nós lemos: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do Espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” É isso que a Palavra faz. Ela discerne os pensamentos e intenções do coração. Mas a Palavra é Deus. Deste modo, a Palavra manifestada (Deus) na presença de Abraão, discerniu os pensamentos e intenções do coração daqueles que estavam presentes.

Este próprio ato que Deus fez foi o próprio ato que o FILHO (Deus) fez na terra. Foi este sinal que fez os escolhidos o aceitarem como o Messias. João 1:4o-51: “Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João e o haviam seguido. Este achou primeiro a seu irmão Simão e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo). E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro). No dia seguinte, quis Jesus ir à Galileia, e achou a Filipe, e disse-lhe: Segue-me. E Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro. Filipe achou Natanael e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na Lei e de quem escreveram os Profetas: Jesus de Nazaré, filho de José. Disse-lhe Natanael:

Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem e vê. Jesus viu Natanael vir ter com ele e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo. Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu estando tu debaixo da figueira. Natanael respondeu e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel. Jesus respondeu e disse-lhe: Porque te disse: vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que esta verás. E disse-lhe: “Na verdade, na verdade vos digo que, daqui em diante, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subirem e descerem sobre o Filho do Homem.”

Veja a partir destes versículos que este sinal (ler o coração dos homens) fez com que Natanael imediatamente afirmasse que este Homem de Nazaré era o Próprio Filho de Deus, o Rei de Israel. Do mesmo modo a mulher junto ao poço recebeu Cristo como o Messias baseado na mesma coisa. João 4:14-29: “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede e não venha aqui tirá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido e vem cá. A mulher respondeu e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido, porque tiveste cinco maridos e o que agora tens não é teu marido; isso disseste com verdade. Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora e, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em Espírito e em verdade. A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo. Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo. E nisso vieram os seus discípulos e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher; todavia, nenhum lhe disse: Que perguntas? ou: Por que falas com ela? Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi a cidade, e disse aqueles homens: Vinde e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito; porventura, não é este o Cristo?” Ela sabia que Ele tinha de ser profeta. Ela sabia que quando o Messias viesse, Ele faria isso. Esse seria o SINAL do Messias. Essa seria Sua vindicação. Agora, o que Deus fez como Filho foi exatamente o que Ele fez como Pai. Isto é verdade. Leia em João 8:50: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se.” Jesus estava falando sobre Si naquela ocasião. Ele disse que Abraão de fato viu o Seu dia o  dia em que Ele estava, exatamente naquela época.

Foi isso que Ele quis dizer por essa declaração. Duas vezes no Antigo Testamento Deus apareceu a Abraão em forma humana. A primeira vez foi quando Ele apareceu depois da batalha dos reis, e foi chama do o Rei de Salém. Então, mais tarde, Ele apareceu junto à tenda de Abraão, imediatamente antes da destruição de Sodoma. No primeiro caso, Sua aparição tipificou-O como o Sumo Sacerdote, o ofício que Ele assumiu depois da Sua ressurreição. Mas junto à tenda Ele tipificou Seu ministério como o PROFETA, ofício que Ele assumiria durante os dias da Sua carne. Deut. 18:15-19: “O Senhor, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis; conforme tudo o que pediste ao Senhor, teu Deus, em Horebe, no dia da congregação, dizendo: Não ouvirei mais a voz do Senhor, meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra. Então, o Senhor me disse: Bem falaram naquilo que disseram. Eis que lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. E será que qualquer que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, eu o requererei dele.” E o que Ele foi junto a tenda, Ele foi na terra, e assim e agora mesmo. O sinal não muda. Só que agora será o Espírito no profeta trazendo esse mesmo sinal de volta a terra. Tem de ser por meio do profeta, porque como Israel clamou a Deus: “Que não ouçamos tua voz audivelmente nem vejamos o fogo visivelmente, mas fala-nos através de um homem, Moisés.” Deus ouviu, e desde então só falou por e através do profeta. Esse profeta-mensageiro do último dia tem o dever de produzir esse sinal, se estamos no dia que faz paralelo EXATAMENTE com os dias de Ló e a destruição de Sodoma.

Agora, enquanto estamos discorrendo sobre isso, amigo cristão, eleito por Deus, lembre-se que Abraão não estava envolvido lá embaixo com Sodoma. Os eleitos de Deus são um povo separado. (Sai dela, povo meu.) Eles não são do mundo. Ló estava lá embaixo, mas então, ele não era eleito. Deus não o tinha chamado e separado. Ele somente veio a convite de Abraão. Ele era um bom homem, de fato, mas Deus não lhe apareceu. Só anjos vieram com uma mensagem para ele sair. Ló não foi verdadeiramente separado e tampouco foram seus filhos. Eles são os cristãos nominais que passam pela tribulação. Os sodomitas, naturalmente, são os ímpios, e eles são destruídos como diz em Malaquias – eles são queimados até as cinzas. Mas quão maravilhoso é saber que agora mesmo Deus está tratando com Seus eleitos como fez com Abraão, o qual foi nosso pai na fé. Verdadeiramente a semente de Abraão será abençoada com Abraão, e visitada por Deus através do Espírito.

Desde que é absolutamente impossível tratar de um profeta em relação a Segunda Vinda de Cristo sem considerar Elias, nós faremos assim agora. Mat. 17:1o-13: “E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem, então, os escribas que e mister que Elias venha primeiro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro e restaurará todas as coisas. Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do Homem. Então, entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista.” Será notado aqui imediatamente que o profeta Elias certamente tem de retornar a esta terra. Mas também é imediatamente notado que Jesus chamou João Batista de Elias. João não foi a reencarnação de Elias. Ele foi João com o mesmo Espírito sobre si que esteve sobre Elias. Este é o mesmo caso como é visto quando Eliseu rogou por uma dupla porção do Espírito que estava sobre Elias e ele recebeu aquela dupla porção do mesmo Espírito. Isto não fez Eliseu ser Elias. Isto simplesmente lhe deu o ministério pelo Mesmo Espírito. Agora siga isto até o nosso tempo. Não teremos nós também um profeta sobre quem este mesmo ministério pelo Espírito Santo desce? Virá tal profeta no final desta era da igreja? Veja Malaquias 4:5-6: “Eis que eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor; e converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição.”

Aqui está uma das Escrituras mais peculiares que de uma só vez abrange dois eventos largamente separados tratando com uma pessoa. A pessoa envolvida é Elias. Os dois eventos são sua manifestação antes das duas vindas de Jesus Cristo. Agora, claro que este não é Elias de fato, mas só o “ministério de Elias” porque não há reencarnação na Bíblia. Aliás, a Palavra explica estes dois eventos. Malaquias 4:6a: “E converterá o coração dos pais aos filhos,” é uma referência a João Batista como declarado em Lucas 1:17: “E irá adiante dele no Espírito e virtude de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos e os rebeldes, à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.” Este sobre quem o Espírito Santo vem de tal modo a designar um ministério de Elias é o mesmo em Malaquias 3:1a: “Eis que eu envio o meu anjo, que preparará o caminho diante de mim.” de Mateus 11:7-10: “E, partindo eles, começou Jesus a dizer às turbas a respeito de João: Que fostes ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento? Sim, que fostes ver? Um homem ricamente vestido? Os que se trajam ricamente estão nas casas dos reis. Mas, então, que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta; porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu anjo, que preparará diante de ti o teu caminho.” Agora, como foi indicado em Malaquias 4:6, só a primeira parte desse versículo se referiu a João Batista sobre quem o ministério de Elias tinha caído. A última parte obviamente pertence a outro mensageiro com o mesmo ministério, o qual irá, em algum tempo converter o coração dos filhos aos pais. Eles não serão a mesma pessoa. Serão homens diferentes, eras à parte. De fato, se este profeta aparecer hoje, ele será o Elias para nosso dia, vivendo 2000 anos depois de João.

Agora, para compreender o significado envolvido em Malaquias 4:6, estudemos atenciosamente o pensamento: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos.”

Converter o coração dos pais aos filhos como explicado pelo Anjo, e com o fim de que ‘um povo bem disposto seja preparado ao Senhor.’ Em Romanos 9:23 nós aprendemos: “Para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou.” Estes vasos de misericórdia são os FILHOS ELEITOS DE DEUS. ELES SÃO OS PREPARADOS. E este ministério de João teve a ver com os PAIS destes eleitos. Algo tinha de ser feito para converter o coração dos pais a eles. Isto viria através do ministério de João. E de fato veio através daquele ministério. Porque quando João apareceu, os pais não estavam tomando a Palavra de Deus, mas a de si mesmos. Eles estavam pecando e chamando isto de justiça. Eles invalidavam a Palavra de Deus. João entrou em cena trovejando. Do deserto ele veio, vestido de peles, e rude e rústico era seu exterior. Arrojadas e cortantes eram as suas maneiras. Ele cortou com a Palavra e Espírito de Deus. E eles, sendo mais fortes do que as portas do inferno, cortaram no coração dos homens e trouxeram muitos ao batismo do arrependimento e fé de que o MESSIAS estava para aparecer. Este ministério no Espírito que João começou foi continuado por Jesus, porque João teve de diminuir enquanto Jesus aumentava. O coração dos pais tendo sido convertido a Palavra (escrita) – não era um passo tão grande agora converter a PALA VRA (manifestada). Estes discípulos mais tarde se tornaram os apóstolos, e eles por sua vez se tornaram os pais da igreja, porque a igreja gentia e edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas. Ef. 2:19-20a: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus.” Ef. 2:20a: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas.” Mas o coração judeu e basicamente contra os gentios. Por iniciativa própria eles nunca teriam recebido os gentios. Mas esta grande mudança produzida pelo ministério de João, ao converter o coração a Palavra, consequentemente levou os apóstolos a se converterem aos filhos de Deus, ainda que eles fossem gentios. Atos 15:14-18: “Simão relatou como, primeiramente, Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome. E com isto concordam as palavras dos profetas, como está escrito:

Depois disto, voltarei e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído; levantá-lo-ei das suas ruínas e tornarei a edifica-lo. “Para que o resto dos homens busque ao Senhor, e também todos os gentios sobre os quais o meu nome é invocado, diz o Senhor, que faz todas estas coisas que são conhecidas desde toda a eternidade.” João tinha de tal modo apresentado a Palavra que os pais receberam a plena revelação sobre os filhos gentios, e o coração deles se converteu a eles. Mas desde que os “pais dormiram,” a igreja se desviou. Mais uma vez a Palavra foi deixada, e os homens aceitaram a tradição em Seu lugar. Agora ter de vir, e virá, um homem, um profeta sobre quem  esse mesmo Espírito (que esteve sobre Elias, sobre Eliseu, sobre João) tem de cair, e cairá. Ele trará a Palavra. Ele converterá o coração dos filhos de volta aos pais, de volta à verdadeira Palavra, de volta à Palavra originalmente pregada, de volta aos sinais que seguiam a Palavra. Ele será precursor da Segunda Vinda de Cristo, em que Jesus vem arrebatar Sua Noiva.

     Sim, um profeta-mensageiro virá trazer a Noiva de volta à Palavra e às poderosas obras que seguem aos crentes. Conforme o versículo 7 em Apoc. 10, ele terá uma mensagem. Ele falará muito. Nessa mensagem que é precursora da Segunda Vinda, ser-lhe-á  dado por Deus o poder para revelar os mistérios que tem estado escondidos. Isto pode parecer um exagero. É, mas ainda assim tem de se cumprir. A razão por que tem de ser assim é tão básica que não necessita de explicação. Ainda assim, será explicado. O primeiro mensageiro, Paulo, teve “Assim diz o Senhor,” nas Escrituras. Desde então não temos tido nada exceto divisão sobre a interpretação deles.

De fato, a era presente faz lembrar o dia em que Jesus disse que as tradições dos homens invalidavam a Palavra de Deus. As denominações tem invariavelmente interpretado tendenciosamente a Palavra para satisfazer suas próprias causas e desejos, e por meio disso muito significado verdadeiro da Palavra se perdeu.

No dia de Paulo ele deu a plenitude do significado. Mas perdeu-se quando mentes carnais tentaram explicá-lo. Cada grupo que se separou por causa de interpretação afirma estar certo e ter sido guiado pelo Espírito Santo. Alguns, ou todos, têm de estar errados, porque o Espírito Santo não pode mentir e causar divisão, tampouco é Ele de duas mentes. Deste modo, e imperativo que tenhamos um profeta hoje com “Assim diz o Senhor,” o qual traga o coração dos filhos à exata verdade dos pais. Ela se encontrava naquela PALAVRA original que trouxe o poder. Nós temos de voltar ao VERDADEIRO significado, e então permanecer nele, e quando a Noiva Se tornar uma NOIVA-PALAVRA Ela irá manifestar as obras exatamente como Cristo fez. Como esperamos por esse profeta-mensageiro vir e trazer a mensagem da Palavra de modo que Jesus seja verdadeiramente manifestado entre nós mais uma vez, pelo Espírito!

Este mensageiro à era de Laodicéia terá uma tremenda responsabilidade sobre si. Acontecerá com ele como aconteceu com outros profetas, especialmente Moisés. O povo estava oprimido sob Faraó. Para Moisés vir e se declarar profeta de Deus e ser digno da atenção e obediência à Palavra de Deus em sua boca, ele necessariamente teria de ganhar a atenção deles através de alguma vindicação de Deus que desafiaria toda contestação.

Isto pode ser facilmente entendido. Os hebreus não tinham tido profeta por cerca de 400 anos. Tal extensão de tempo veria varias gerações sem a verdade dinâmica de Deus em seu meio, é uma consequente ignorância do caminho de Deus. Moisés necessitaria de vindicação sobrenatural do seu ministério para atrair a atenção deles e capturar seu coração. Esta é a mesma situação de quando tanto João quanto Jesus vieram. Israel estava sem profeta por outros 400 anos, com a consequente deterioração da verdade em tradição humana. Quão difícil seria converter Israel à verdade por um profeta! Deste modo, quando Deus enviou Moisés, Ele o enviou com dois sinais. Se o povo rejeitasse o primeiro sinal (a vara transformada em cobra), eles ouviriam a voz do segundo sinal (a mão posta no peito, tornando-se leprosa, e então limpa.) Ex. 4:8: “E acontecerá que, se eles te não crerem, nem ouvirem a voz do primeiro sinal, crerão a voz do derradeiro sinal.” Deus disse que os sinais eram vozes. Toda vez que o sinal aparecia no ministério de Moisés, era a voz de Deus falando. Isto naturalmente faria duas coisas: Impeliria um a vir, e endureceria os outros mais e mais. Foi isso que o sinal fez. É isso que a voz de Deus faz. Ela atrai alguns, e eles se aproximam do sinal, como o próprio Moisés fez quando a sarça ardeu, mas, por outro lado, essa voz ao chamar endurecerá o coração mais e mais, quando se rejeita Deus. Aconteceu assim a Faraó. Aconteceu assim aos fariseus. Mas Moisés não ficou desencorajado. Ele prosseguiu. Ele sabia que Deus estava com ele em seu chamado, porque a voz que ele estava obedecendo era uma Voz escriturística. Um verdadeiro profeta como Moisés sempre será um com a Palavra. A voz que clamou da sarça falou a Palavra de Deus como tinha sido dada àquele grande profeta, Abraão. Ela disse: “Eu me lembro da minha promessa ao meu povo.” Assim Moisés escutou e obedeceu, e fazendo assim ele trouxe a promessa de Deus para o povo daquela geração.

Agora, quando Deus falou por aquele sinal, restou só uma avenida. Israel teve de sair do Egito – o Êxodo teve de vir. Haverá um sinal de vindicação final e nosso dia também estará terminado – o Arrebatamento tem de vir. Como João Batista clamou: “Eis o Cordeiro de Deus,” sem dúvida este mensageiro a última era clamara: “Ai vem o Esposo.” Como o apóstolo Paulo declarou os mistérios de Deus que produziram fé tão dinâmica na igreja primitiva, do mesmo modo agora, quando esse último profeta revelar o que, Paulo de fato ensinou, essa MESMA PALAVRA que trouxe FÉ àquela igreja primitiva, que é solidamente baseada na Palavra, trará agora de volta essa fé, e essa será Fé de Arrebatamento, para encontrar o Senhor nos ares e estar para sempre com Ele.

Nós temos então uma premissa muito interessante. Tal profeta, como declaramos pela Palavra, tem de aparecer em cena. Que este é o Último dia, não temos dúvida, mas talvez tenhamos dúvida quanto a quem é esse profeta. Quem é ele? Onde ele está? Quem é esse homem tão vindicado por Deus com visões e sinais e prodígios? Quem é esse homem que nunca teve até agora uma falha de revelação? Quem é ele, que conduz homens a Deus através da Palavra e nunca deixa a Sagrada Escritura? Nós procuramos por tal homem. Tal homem agora mesmo tem de estar em nosso meio – um profeta de verdade predominante!-

CAPITULO III

O MENSAGEIRO VINDICADO

A VINDICAÇÃO MANIFESTADA

Não pode haver dúvida quanto a haver um profeta – mensageiro a esta última era. A procura por esse profeta, então, tem de ser de suma importância e imediato interesse. Se tal homem está vivendo hoje, então esse homem já deve estar operando seu ministério até certo ponto. Tem de ser um ministério que o caracterizaria como esse mensageiro. Deste modo ele seria conhecido.

Conforme nosso entendimento da Escritura, este homem não será reconhecido pelos sistemas e sociedades religiosas do dia, de modo que não podemos procurar por ele ali Ele não será contado entre o poder eclesiástico. De fato, ele bem poderia ser tão obscuro quanto João ou Jesus. Seu nascimento sem dúvida seria tão humilde quanto o de todos os outros profetas. Sem dúvida muito do seu ministério seria questionado enquanto uma parte dele seria bem-vinda. Tudo isto é verdade, se ele se mantiver fiel a Escritura. E se ele é o mensageiro, ele irá, naturalmente, se manter fiel ao padrão bíblico.

Há tal homem no mundo hoje que é absolutamente biblicamente vindicado como o profeta mensageiro à Era de Laodicéia. Ele tem todos os requisitos como declarado na Palavra. Seu ministério e aceito em parte, e em parte rejeitado. Seu nascimento, criação, instrução, pregação, ensino, ministério no Espírito, tem toda a qualificação bíblica, e ele está assim vindicado.

Esse homem é o Rev. William Branham, agora residindo em Tucson, Arizona, e outrora de Jeffersonville, Indiana, onde passou a maior parte da sua vida.

William Marrion Branham nasceu a um casal muito jovem em 6 de abril de 1909, numa cabana de madeira muito humilde em Burksville, Kentucky. Por dois dias após o seu nascimento sua mãe de quinze anos de idade, seu pai de dezoito anos de idade, e visitantes, viram pairando sobre seu berço uma luz branca enevoada que tinha entrado pela janela e permanecido sobre sua cabeça ao nascer. Ninguém entendeu o significado disto, e ninguém, portanto, deu algum valor a isto com referência à sua vida futura.

Até onde pode se lembrar, ele recebia visões que não podia compreender, e entretanto, sempre que uma visão era de um evento futuro, nunca falhou em se cumprir exatamente como ele a viu.

Certo dia, quando tinha só sete anos de idade, quando estava carregando água para seu pai, ele se espantou ao ouvir o som do vento nas folhas da árvore sob a qual estava descansando por um momento. Ele olhou para cima, mas não havia movimento visível. Quando começou a ir embora, o som veio novamente, mas desta vez era mais alto. Olhando para cima ele viu um redemoinho na árvore, e do redemoinho veio uma voz audível dizendo: “Nunca fumes, nem bebas, nem corrompas o teu corpo de nenhuma maneira, porque haverá uma obra para tu fazeres quando fores mais velho.” Ele ficou, naturalmente, aterrorizado e correu gritando para dentro de casa. De algum modo ele não foi capaz de contar à sua mãe a experiência, de forma que ela concluiu que William era um menino muito nervoso e precisava de repouso.

Algumas semanas mais tarde, brincando do lado de fora, uma visão irrompeu perante seus olhos e ele viu uma ponte sendo construída sobre o rio Ohio (ele agora estava morando em Jeffersonville, Indiana) e, enquanto os homens trabalhavam, ele viu um Vão cair, levando à morte certo número de operários. Vinte e dois anos mais tarde, quando a ponte estava sendo edificada naquele exato lugar, como visto na visão, um Vão de fato desmoronou, arremessando aqueles homens à sua morte.

Visto que ele não veio de um lar espiritual (seu pai frequentemente fabricava uísque ilegalmente), ele não compreendeu que Deus estava tratando com ele. Deste modo, quando pressão social foi posta sobre ele por seu pai e companheiros, ele tentou beber, fumar e ir a bailes, etc. Mas suas tentativas foram fracassadas, porque cada vez que se dispunha a fumar ou beber, ele ouvia o som peculiar do vento soprando e sentia a presença de um ser invisível. Estando frustrado e nervoso, ele tentava se manter afastado da vida peculiar que era a dele, mas não conseguia.

Em duas ocasiões ele foi abordado por astrólogos, que tentaram lhe explicar que ele nasceu sob um sinal. Ambos lhe contaram que ele era possuidor de um dom, embora nenhum dos dois tenha dito qual era. Um deles citou a Escritura para lhe dar detalhes. Ainda que levemente interessado no que foi dito, ele ignorou isso da melhor forma que pode. Mais tarde ele entendeu acerca de astrólogos e médiuns e os repreendeu, exercendo autoridade sobre eles em Nome de Jesus. Mas até essa época, ele não era nascido de novo.

Ele se mudou para o Oeste para se tornar um vaqueiro quando tinha cerca de dezoito anos. Mas a trágica noticia da morte do irmão logo o trouxe para casa. A tristeza da morte e a pressão de sua vida estranha causou uma debilidade nervosa. Seu corpo ficou enfraquecido. Ele teve apendicite. Uma operação tornou-se imperativa. Enquanto estava sob o efeito do anestésico, ele sentiu sua vida se esvair, e por algum tempo seu corpo ficou inerte sobre a mesa de operação enquanto o médico trabalhava freneticamente para lhe restaurar o batimento do coração. Durante aquele tempo ele teve visões do céu e do inferno. Ele clamou a Deus e prometeu que se Deus lhe poupasse a vida, ele a buscaria e a serviria. Para grande surpresa dos médicos, sua vida foi restaurada.

Fiel à sua palavra ele foi de uma parte a outra buscando Deus. Certo dia ele orava sozinho no barracão de madeira. Ali uma cruz de luz lhe apareceu e uma voz lhe falou saindo da cruz numa língua desconhecida. A cruz de luz então desapareceu. Ele ficou fascinado com admiração e medo. Ele já tinha aprendido, ao ler seu Novo Testamento, que havia diferentes tipos de Espíritos, de modo que se perguntou se isto era de Deus ou não. Uma vez mais ele orou sinceramente a Deus e a cruz de luz apareceu novamente e o Espírito de Deus comunicou paz ao seu coração. Enquanto a alegria da salvação inundava sua alma, ele deu um salto e correu pela exuberância absoluta dos pecados perdoados e paz feita com Deus.

Sendo verdadeiramente Deus quem estava agora em sua vida, ele foi levado a conhecer e a entender que o batismo do Espírito Santo era para ele. Um dia, enquanto esperava em Deus, pareceu que chuva caia sobre seu corpo – literalmente atingindo-o e penetrando profundamente nele. Ele foi completa e transbordantemente cheio do Espírito Santo.

Ele buscou e encontrou excelente companheirismo e ensino com os batistas missionários e foi logo ordenado a pregar o Evangelho. Deus lhe deu bom êxito, visto que sua tenda frequentemente teve multidões de 3000 e houve muitas pessoas que verdadeiramente nasceram de novo.

Foi durante junho de 1933 que, enquanto batizava os convertidos no rio Ohio, um fenômeno muito surpreendente e bem documentado ocorreu. Enquanto batizava a décima sétima pessoa diante de uma multidão estimada em cerca de 4000, apareceu do céu uma estrela resplandecente rodopiando com o som de vento impetuoso audível a todos, e veio e pairou sobre ele. Quando muitos correram de medo, e outros se ajoelharam em oração, uma voz procedente da Coluna de Fogo lhe falou e disse: “Como João Batista foi precursor da primeira vinda de Cristo, assim a tua mensagem e precursora da Segunda Vinda de Cristo.” Naturalmente só ele ouviu as palavras, ainda que outros tenham ouvido o som. Isto é exatamente como aconteceu quando Paulo foi cegado por Deus e ouviu Sua voz. Outros ouviram um som, mas não a voz em si ou as palavras da voz.

Sendo crente firme na inteira Palavra de Deus, e firmãndo-se no fato de que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente, ele não hesitou em orar pelos enfermos. Deste modo, no decorrer de todo o seu ministério, ele buscou ajudar os enfermos. Os resultados foram muito gratificantes, até mesmo o pessoal do hospital admitia o poder de Deus e sabia que quando o “pequeno pregador batista” chegava, alguém ia ser curado.

Agora que ele estava firmemente na Palavra, poderia esperar que as visões cessassem. Pelo contrário, elas se multiplicaram, e com tremendos resultados para o bem, porque as visões comumente indicavam uma grande necessidade que ia ser atendida por Deus, e isto sem dúvida acontecia sem nunca uma falha – nem mesmo uma. O que quer que visse na visão ele contava, e os resultados eram invariavelmente o que o final da visão indicava. Era um literal “Assim diz o Senhor.” Ficou então claramente estabelecido que ele devia ser um dos quais foi dito: “Teus jovens terão visões.”

Ele não só tinha visões que sempre se cumpriam com relação ao seu ministério pessoal, mas tinha muitas visões registradas (que ele também relatou), que tratavam de assuntos mundiais que devem se cumprir antes do retorno de Cristo. Talvez as mais notáveis destas tenham sido as sete seguintes:

Em junho de 1933, quando o irmão Branham estava realizando seus cultos no velho salão maçônico na avenida Meigs, sete eventos principais que devem acontecer antes do retorno do Senhor, vieram a ele por meio de uma visão. Foi numa manhã de junho, pouco antes da hora dele pregar numa classe de escola dominical, que esta série apareceu enquanto ele estava num transe. Ele viu numa visão que o ditador da Itália, Benito Mussolini, invadiria a Etiópia, e conforme a voz falando a ele, a Etiópia “cairia aos seus passos (de Mussolini).” Entretanto, a voz continuou e profetizou o terrível fim do ditador, porque ele teria uma morte horrível e seu próprio povo literalmente cuspiria nele.

A visão seguinte indicava que os Estados Unidos seriam levados à uma guerra mundial contra a Alemanha, a qual seria encabeçada pelo austríaco Adolfo Hitler. A voz predisse que esta terrível guerra iria derrubar Hitler, e ele chegaria a um fim misterioso. Na visão foi-lhe mostrada a linha Siegfried, onde um grande tributo em vidas americanas seria cobrado.

Pode ser apropriado mencionar aqui que a Visão subsequente relativa a esta guerra predisse que o Presidente Roosevelt declararia guerra à Alemanha e, ao fazer isto, seria finalmente eleito para um quarto mandato.

A terceira parte da visão mostrou que ainda que houvesse três ISMOS, fascismo, nazismo, comunismo no mundo, que os dois primeiros chegariam a nada, mas que o comunismo floresceria. A voz o admoestou a manter os olhos na Rússia com relação a futuros envolvimentos, porque o fascismo e o nazismo culminariam em comunismo.

A quarta visão que lhe apareceu foi uma em que foi predito que haveria tremendos avanços tecnológicos logo após a guerra. Isto foi simbolizado por um carro em forma oval com um teto plástico em forma de bolha, indo por bonitas rodovias, completamente sob perfeito controle remoto. Não havia volante no carro, e os ocupantes do carro pareciam estar jogando um jogo como de damas.

A quinta cena que apareceu envolvia as mulheres do mundo. Nesta cena apareceu a rápida decadência moral das mulheres. Começando no passado, quando ela recebeu sua assim chamada liberdade para entrar em negócios mundanos por meio do voto, ela logo começou a usar roupas que eram por demais reveladoras. Ela cortou o cabelo e adotou roupa de homem. Finalmente a visão a mostrou praticamente nua, e ela se cobria meramente com um minúsculo avental com a forma e dimensão aproximada de uma folha de figueira. Com sua feminilidade tão pouco valorizada, uma terrível decadência de toda a carne veio sobre a terra, e com ela a perversão, assim como declarada pela Palavra de Deus.

Então levantou-se nos Estados Unidos uma mulher muito bonita, vestida em esplendor, e grande poder lhe foi dado. Ela tinha bela feição, mas havia uma insensibilidade nela indescritível. Bonita como ela era, todavia era cruel, perversa e astuta. Ela dominava a terra com sua autoridade, ela tinha poder completo sobre o povo. A visão indicava que tal mulher, ou se levantaria literalmente, ou que esta mulher da visão era só um tipo de uma organização que e biblicamente caracterizada por uma mulher. Ainda que a voz não tenha declarado e revelado quem ela era, ele sentiu em seu coração que esta mulher representava a igreja católica romana ascendente, e inseriu em parêntesis ao lado, no final desta visão que ele tinha escrito: (talvez a igreja católica).

A voz mandou que ele olhasse mais uma vez. Quando se voltou e observou, uma grande explosão despedaçou a nação inteira, e tornou a nação americana uma ruim a caótica e fumegante. Tão longe quanto o olho podia ver não havia nada além de crateras, montes de escombros fumegantes, e nenhuma humanidade a vista.

A visão então se desvaneceu.

Alguns finos estudiosos da Escritura o advertiam de que suas visões não eram inspiradas por Deus. Ele ficou muitas vezes preocupado sobre isto, e buscou a Deus intensamente para fazer com que este ministério peculiar o deixasse. Ainda assim, as visões continuavam irrompendo diante de seus olhos, e sempre se cumprindo. Ninguém era prejudicado por elas, mas, pelo contrário, os filhos de Deus prosperavam por causa delas. A esta altura ele não havia se dado conta de que até mesmo Jesus tinha sido acusado de ser do diabo. Tampouco ele tinha visto que seu ministério, sendo identificado por astrólogos, não foi diferente do tempo em que demônios identificaram o de Paulo.

Os anos passaram e ele serviu a Deus no melhor da sua habilidade tanto como pastor quanto como obreiro. Ele era guarda-caça do Governo do Estado de Indiana. Certo dia, 7 de maio de 1940, quando partia para uma pequena caçada com um amigo, ao passar sob um bordo [árvore semelhante ao plátano.Trad.] em seu quintal, um vento forte e impetuoso irrompeu no topo do bordo. Parecia que a árvore seria severamente danificada. Ele cambaleou sob o tremendo impacto. Sua esposa correu até ele, pensando que tivesse adoecido. Ele se voltou para ela e disse: “Por mais de vinte anos não tenho conseguido entender este ministério, nem a mim mesmo. Não posso continuar assim. Tenho de saber a resposta. Isto é de Deus? De que se trata tudo isto? Tenho de saber. Vou partir, deixar você e o bebe. Não posso voltar até que saiba a resposta. Vou buscar a Deus com minha Bíblia e oração, e descobrir, ou nunca mais voltar.” Que coisa difícil a dizer e fazer. Que dedicação a Deus – conhecê-lo ou morrer.

Tendo decidido deste modo, ele foi sozinho buscar a Deus num lugar secreto, determinado a conhecer a resposta e encontrar paz em sua vida. Escondendo-se de tudo, ele se lançou sobre seu rosto clamando a Deus para perdoá-lo por todas as suas falhas, e se encomendou sinceramente à plena vontade de Deus. Quando tinha aberto o coração inteiramente em oração, ele se sentou, esperando pela resposta. Por volta das onze horas ele viu uma luz branda aparecendo. Ali pairava aquela grande estrela. Ela não tinha pontas, mas era mais como uma bola de fogo. Então ele ouviu passos e aproximou-se dele um homem de grande estatura, talvez com 200 libras [90,7 kg Trad.] de peso, de pele morena, com cabelo comprido até o ombro. Seu rosto era sem barba. Quando atraiu a atenção deste desconhecido de boa aparência, ele ficou muito amedrontado. Mas o desconhecido olhou para ele mui amavelmente e disse:

“Não temas. Sou enviado da Presença do Deus Todo-Poderoso para dizer-te que tua vida peculiar e teus caminhos mal entendidos foram para indicar que Deus te enviou para levar um Dom de Cura ao povo do mundo. SE FORES SINCERO E CONSEGUIRES QUE AS PESSOAS CREIAM EM TI, NADA RESISTIRÁ DIANTE DA TUA ORAÇÃO, NEM MESMO o CÂNCER.”

Depois de explicar isto ao irmão Branham, o anjo passou a dizer que, do mesmo modo que Moisés, ele havia de receber dois sinais peculiares, um dos quais elevaria a fé das pessoas, enquanto o outro seria um sinal da Segunda Vinda de Cristo. O primeiro sinal seria dado algum tempo à frente do segundo, e seria um sinal peculiar em sua mão. Este sinal seria que quando ele segurasse a mão de alguma pessoa que tivesse uma doença do tipo causada por germes, sua mão ficaria inchada e assumiria diferentes nuanças de cor, pelas quais ele saberia os nomes das doenças. Se houvesse outras doenças além do tipo causa do por bactérias, o Espírito lhe permitiria saber, por revelação, qual era o problema. Este dom foi visto por muitas pessoas, e é um tremendo edificador de fé. Entretanto, simplesmente ler sobre isto sem ver uma manifestação visível, é difícil de entender. No entanto é um dom genuíno.

O segundo sinal que devia seguir seria a habilidade de conhecer, no Espírito, os segredos do coração dos homens, assim como seus problemas físicos. Este sinal também foi visto por números incontáveis, e não só eleva a fé, mas desde que essa habilidade pertence ao profeta, é um sinal definido da breve Vinda do Senhor.

Como não demora muito para a noticia de um ministério tão grande se divulgar, não demorou muito até que o Rev. Branham fosse chama do à muitos lugares. Ele realizou grandes reuniões por todos os Estados Unidos e em muitas partes do mundo. Algumas destas reuniões no estrangeiro eram de particular importância porque ilustram o poder de Deus em sua vida. Por exemplo, é bem conhecido que o falecido rei George VI da Inglaterra foi curado de um problema na perna. A carta do rei, de agradecimento e louvor a Deus, está no arquivo do irmão Branham. Também, grande parte da Finlândia conhece acerca da ressurreição de um garoto morto enquanto ele estava lá.

Na África, onde o irmão Branham realizou um culto em Durban, a multidão superou 100.000, e numa tarde estimou-se que 30.000 pessoas receberam a Cristo como Salvador. Este tremendo movimento em direção a Deus veio quando os pagãos viram que o Deus de milagres ainda vive, e que Ele é o Único Deus verdadeiro. A cura foi assim: Rodeado por grande número de pregadores e muitos médicos, o irmão Branham pregou a Palavra e fazia apelo àqueles que necessitavam de cura. Entre aqueles que vieram estava uma pobre criatura deformada que pouco depois do nascimento tinha sido tão cruelmente ferida que nunca foi capaz de andar ereta, mas realmente andava toda curvada sobre ambas as mãos e pés, e era consequentemente mais como um animal em movimento. Os que cuidavam dele tentavam ganhar-lhe a vida exibindo-o nas ruas como uma curiosidade. Tinham  posto uma corrente e coleira em volta do seu pescoço como alguém faria a um urso, e ele empinava como um animal dançando, e por meio disso esperava ganhar alguns centavos com que viver. Quando ele se aproximou para oração, o irmão Branham teve uma visão do homem em pé, curado pelo poder de Deus.

Com esta visão diante de si, ele então desafiou os pagãos e incrédulos a aceitarem o Senhor como Salvador se este homem fosse curado instantaneamente. Muitos, se não multidões, conheciam este homem e sua terrível condição. Ele desafiou os pagãos, os agnósticos, os membros de igreja, as várias tribos nativos, e todos eles concordaram que se este homem fosse curado em Nome de Jesus, então Jesus de fato é Deus. Tão logo o irmão Branham orou, o homem ficou em pé. Como as pessoas aplaudiram e louvaram a Deus! Depois do apelo ao altar, que foi feito duas vezes, de modo que ninguém pudesse entender mal o propósito, foi estimado que mais de 30.000 vieram para salvação, enquanto 25.000 receberam sua cura.

No final dos cultos naquela cidade, o prefeito encabeçou um grande desfile que incluiu sete caminhões carregados com muletas, bengalas, e outros implementos outrora usados por aleijados para facilitar o movimento.

Na cidade de Bombaim, índia, onde foi estimado que 400.000 vieram ouvi-lo, ele pregou a Palavra de Deus com autoridade, declarando que eles eram por demais supersticiosos, e que seus deuses eram impotentes. Para esclarecer seu ponto, ele tomou um notável mendigo da cidade que estava completamente cego por olhar fixamente para o sol, o qual ele adorava. Este homem era conhecido do prefeito e de todo o povo da cidade. Numa visão o irmão Branham viu quem ele era, onde morava, como tinha ficado cego. Em resumo, ele conheceu toda a sua história pessoal, que revelou ao povo. Eles ficaram assombrados, mas este assombro não foi tão grande quanto seu espanto quanto ao que fazer quando o irmão Branham desafiou a todos os principais sacerdotes presentes a virem e orarem aos seus deuses pela libertação do homem. Ele desafiou os budistas; desafiou os jains; ele fez apelo a todos eles. Ninguém respondeu ao seu apelo. Quando todos se recusaram, ele lhes disse: “Todos os seus sacerdotes e lideres se recusaram a vir em nome dos seus deuses. Hoje eu vim em Nome do meu Senhor Jesus Cristo. Eles dizem que seus deuses não podem curar este homem. Eu digo que meu Deus pode. Agora, então, se quando eu orar ao meu Deus este homem for curado, vocês renunciarão a todos estes deuses impotentes e virão a Jesus como seu Salvador?” A multidão concordou que esta era a coisa a fazer. Então, conforme a visão que o irmão Branham teve do homem recebendo sua vista, ele tomou o pobre mendigo em seus braços e orou. O homem subitamente gritou que podia ver e demonstrou isto por suas ações. Um tumulto irrompeu quando aquele pobre povo tentou alcançar o irmão Branham, só para tocá-lo e ser curado.

Na Alemanha ele confundiu os feiticeiros que saíram em força para frustrar o seu ministério. Eles de fato tiveram sucesso em trazer uma enorme nuvem negra sobre a tenda, a qual com força de tornado a rasgaria em tiras. O irmão Branham subiu na plataforma e, em Nome de Jesus, a nuvem foi instantaneamente dispersa e o sol brilhou.

Talvez uma das mais fascinantes ilustrações do seu ministério público nos Estados Unidos seja uma que aconteceu em Portland, Oregon. Nessa cidade havia um homem de enorme e poderosa estatura, o qual, porque era evidentemente possuído por demônios, adorava dispersar cultos evangélicos. Ele teve muito sucesso em fazer isto toda vez que ia a uma reunião. Quando o irmão Branham foi a Portland pregar num enorme auditório, este mesmo homem de repente apareceu durante o culto de pregação e a passos rápidos subiu na plataforma. Brandindo o punho e ameaçando ferir o irmão Branham, ele o chamou de enganador, um impostor, hipócrita, uma ferramenta do diabo. O irmão Branham estava pregando sobre o poder de Deus, de modo que quando os policiais correram para a frente, ele lhes acenou que recuassem, e enfrentou o desafio sozinho. O homem chegou mais perto, ainda ameaçando. Foi dito a audiência que permanecesse quieta e orasse. Por alguma razão aquela pessoa violenta não pode vir direto ao irmão Branham, mas proferiu seus insultos desde alguns pés atrás. Então o irmão Branham, com grande calma disse: “Satanás, porque desafiaste o servo de Deus diante desta congregação, tu tens de te inclinares diante de mim. Em Nome de Jesus tu cairás aos meus pés.” Forte como aquele homem era, e determinado e raivoso como estava, ele lentamente começou a definhar – a transpiração surgiu em sua testa. Frustração e medo se espalharam pelo seu rosto. Então, com um movimento oscilante fazendo lembrar o de uma serpente, ele caiu inerte em frente aos pés do irmão Branham. Homens fortes tiveram de removê-lo. Então a reunião continuou na mesma demonstração e poder de Deus.

Um fluxo constante de visões maravilhosas passou diante dos olhos deste profeta de Deus. As seguintes são muito surpreendentes e esclarecedoras:

VISÃO 1- ADVERTENCIA CONTRA O ESPIRITISMO Certa noite, não muito tempo depois da conversão do irmão Branham, ele retornou de um lugar sob um velho carvalho, onde antes tinha se empenhado em oração secreta. Foi em algum tempo entre uma e três horas da manhã. Sua mãe e pai o ouviram quando ele entrou em seu quarto, e o chamaram, dizendo-lhe que sua irmãzinha estava enferma. Ele se ajoelhou e orou por ela e então voltou ao seu próprio quarto.

Depois de entrar em seu quarto, ele ouviu um som que era como dois fios elétricos esfregando um no outro, fazendo-os causar um arco voltaico. Ele trabalhava como guarda-linha naquela época, e pensou que devia haver um curto no circuito da casa. Mas de repente o som mudou, e uma luz estranha encheu o quarto. Então pareceu-lhe que se encontrava no ar. Isto o amedrontou muito e ele achou que estava morrendo.

Depois disso ele notou que a luz estava toda ao seu redor.

Olhando para cima ele viu uma grande estrela logo acima de aonde a luz vinha. Ela se aproximou mais e mais. Então pareceu que ele não podia nem respirar nem falar. Em seguida a estrela pareceu assentar em seu peito.

Nesse ponto a cena mudou, e deu a impressão que ele apareceu sobre um monte verdejante coberto de grama, e logo em frente dele encontrava-se um pote antigo de balas de quatro cantos. Dentro da jarra havia uma grande mariposa do tabaco ou mosca – tentando se libertar. Ele começou a se virar para a direita, e lá estava o poderoso anjo de pé olhando para ele. O anjo disse: “Veja o que tenho para lhe mostrar.” Então o irmão Branham viu um braço atirar uma pedra, e quebrar a jarra de balas. A mariposa do tabaco tentou voar. Mas ela não conseguia sair da terra; seu corpo estava pesado demais para suas asas curtas.

Então da traça vieram enxames de moscas, e uma das moscas voou para dentro do ouvido do irmão Branham. O anjo lhe disse: “As moscas que você viu representam espíritos malignos, tais como espíritos de adivinhação e cartomancia.”

Então ele advertiu: “Tome cuidado.” Isto foi repetido três vezes. Depois disso, o irmão Branham voltou a si. Ele não conseguiu mais dormir aquela noite. No dia seguinte ele foi muito cuidadoso. Ele observava cada movimento, esperando que algo acontecesse a qualquer momento. A coisa toda era muito nova para ele porque foi a primeira advertência que ele já teve por visão.

Ao meio-dia daquele dia ele foi a um pequeno armazém comprar seu almoço. Havia um cristão que trabalhava no armazém; o irmão Branham tinha acabado de dirigi-lo a Cristo. Ele posteriormente foi de grande ajuda ao irmão Branham na obra do Evangelho. Enquanto estava ali, o irmão Branham estava lhe relatando sua visão quando uma senhora entrou pela porta da frente do armazém.

O irmão Branham teve um sentimento peculiar, e soube que um espírito estranho tinha entrado. Ele mencionou isto ao irmão George De Ark, seu amigo. A senhora caminhou até o irmão do irmão De Ark, Ed, e disse: “Estou procurando um homem chamado Branham. Disseram-me que ele é um homem de Deus.” Então Ed chamou o irmão Branham. Quando ele veio onde ela estava, ela lhe perguntou: “Você é William Branham, o profeta de Deus?” Ele lhe respondeu: “Eu sou William Branham.”

Ela perguntou: “Foi você que realizou aquele milagre no Sr. William Merrill no hospital, e curou Mary Der Ohanian (ela mora na rua E. Oak, New Albany, Ind.) – depois de ela ter estado aleijada por 17 anos?” Ele respondeu: “Eu sou William Branham; Jesus Cristo os curou.” Ela então disse: “Eu perdi um imóvel, e quero que você o localize para mim.” o irmão Branham nunca entendeu o que ela quis dizer com sua afirmação concernente ao imóvel, mas ele sabia que Satanás a tinha enviado nesta tarefa.

Ele então lhe disse: “Senhora, a senhora veio a pessoa errada; a senhora deve estar procurando por um leitor ou médium.” Então ela se voltou para ele e perguntou: “Você não é médium?” Ele respondeu: “não sou. Médiuns São do diabo. Eu sou cristão e tenho o Espírito de Deus.” Ao ouvir isto ela lhe deu um olhar gelado. Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa ele ouviu o Espírito de Deus lhe dizer que ela própria era médium, e que esta era a mosca que veio ao seu ouvido, na visão.

Então ele lhe disse: “o Senhor enviou o Seu anjo a mim ontem à noite em visão para me advertir da sua vinda e para eu ser cuidadoso. Agradeço ao meu Senhor por Sua mão condutora. Agora esta obra em que a senhora esta é do diabo, e a senhora veio para afligir o Espírito de Deus.” Ela sentiu uma pontada no coração, e disse que precisava de um remédio. O irmão Branham respondeu: “Senhora, pare de fazer estas coisas e seu coração ficará bom.” Ela tinha saído do armazém só por uma curta distância, quando sofreu um ataque cardíaco e morreu ali mesmo na calçada.

Alguns dias depois, o irmão Branham estava falando a alguns mecânicos numa oficina sobre o amor de Cristo, na mesma cidade de New Albany, e ele também contou aos homens acerca da visão. Ele estava para lhes pedir para orar e dar o coração a Deus, quando o homem da oficina ao lado disse: “Billy, você e bem-vindo a minha oficina a qualquer hora, mas deixe essa religião fanática do lado de fora.” o irmão Branham respondeu: “Senhor, onde Jesus não é bem-vindo, eu não irei. Mas falo o que é verdade, o que Deus me revelou.”

Depois que o homem fez esta afirmação, ele deu uma risada ríspida, então balançou a mão para o irmão Branham e saiu do galpão. Mas antes que pudesse chegar à sua oficina, seu próprio genro, saindo de ré em seu caminhão cheio de sucata, o atingiu, esmagando-lhe tanto os dois pés quanto os tornozelos.

Dois dias depois, enquanto falava numa reunião de rua, uma senhora com um braço aleijado disse ao irmão Branham:

“Sei que a unção de Deus está sobre o irmão. Quando orar, por favor, lembre-se do meu braço aleijado. Ele está nessa condição há vários anos.” Ele lhe falou: “Se a senhora  verdadeiramente crê, estenda seu braço, porque Jesus Cristo a curou.” Imediatamente seu braço foi endireitado. A pobre mulher gritou de alegria enquanto se ajoelhava e agradecia a Deus.

Uma mulher que se encontrava perto disse: “Se essa religião que Billy Branham tem for a religião verdadeira, não quero nada dela.” Mas quando se voltou para ir embora, uma coisa peculiar aconteceu. Ela tropeçou numa tabua, e caindo ao chão, quebrou o braço em 15 partes. O braço que foi quebrado foi do mesmo lado que o da mulher que foi curada.

A VISÃO DE MILLTOWN

Algum tempo depois, o irmão Branham estava nova mente na casa de sua mãe. Como a maioria das outras visões, esta lhe veio por volta das duas ou três horas da manhã. Parecia que ele estava numa floresta escura, e enquanto perambulava, ele ouviu um clamor dos mais patéticos. Parecia que ele estava ouvindo um cordeiro balindo. Ele pensou: “Onde está essa pobre criaturinha?” E começou a procurar por ele em meio a nuvem e escuridão. A principio ele pensou que ele estivesse dizendo: “Bah-h-h Bah-h-h.” Mas à medida que o som se aproximava, parecia ser uma voz humana dizendo: “Mitown, Mi-l-l-town.”

Bem, o irmão Branham nunca tinha ouvido aquele nome antes, e naquele momento ele saiu da visão. Ele começou a contar ao seu povo que em algum lugar havia um dos cordeiros de Deus em dificuldades, e era perto de um lugar chamado Milltown. Um homem chamado George Wright, que tinha frequentado a igreja do irmão Branham, disse que conhecia uma Milltown que ficava a pouca distância de onde ele morava. (o endereço do irmão Wright e De Pauw, Indiana.) Assim, no sábado seguinte, o irmão Branham foi a Milltown.

Chegando lá, ele deu uma olhada nas imediações, mas pareceu não conseguir ver nada para que o Senhor o quisesse lá. Finalmente ele decidiu que realizaria uma reunião de rua em frente a um armazém, mas o irmão Wright, que estava com ele, disse que tinha uma tarefa a fazer primeiro, e perguntou se o irmão Branham iria com ele. Ele respondeu: “Sim, senhor, irei.” Eles subiram um morro de carro e o irmão Branham viu uma grande igreja batista, localizada ao lado de um cemitério. O irmão Wright disse: “Esta igreja não está mais sendo usada, exceto para funerais.” No momento em que ele disse isso, o irmão Branham sentiu algo se mover em seu coração. Ali era onde o Senhor o queria. Quando contou isto ao irmão Wright, ele respondeu: “Vou apanhar as chaves para deixá-lo entrar de modo que possa dar uma olhada nela.” Enquanto ele estava ausente, o irmão Branham se sentou nos degraus e orou: “Pai Celestial, se aqui é onde Tu me queres, abre esta porta para mim.” O Senhor permitiu que isso acontecesse, e ele anunciou uma reunião. Mas ele logo viu que a situação seria muito difícil, visto que as igrejas lá tinham ensinado as pessoas contra a cura divina.

O primeiro homem que o irmão Branham pediu para vir às reuniões disse-lhe: “Estamos ocupados demais para ir a um reavivamento; nós criamos galinhas e não temos tempo para algo assim.” Entretanto, logo depois disso, este homem morreu, de modo que não criou mais galinhas.

No sábado seguinte eles começaram o reavivamento. Só quatro pessoas estiveram presentes, que era a família Wright. A noite seguinte foi um pouco melhor. Na terceira noite, um homem de fisionomia severa veio a porta da igreja, bateu as cinzas do cachimbo, entrou, e se sentou na parte de trás. Então ele perguntou ao irmão Wright: “Onde está esse pequeno Billy Sunday, eu quero dar uma boa olhada nele.” O irmão Wright foi até a frente e contou ao irmão Branham que um caso muito difícil tinha acabado de entrar no edifício. Entretanto, antes do culto terminar aquela noite, ele estava junto ao altar clamando a Deus. Seu nome e William Hall e ele é o pastor daquela igreja agora.

Logo muitos estavam vindo, e o irmão Branham mencionou ao povo acerca da visão. Então o irmão Hall veio e disse: “Ora, irmão Branham, há uma moça que mora morro abaixo aqui, que está lendo o seu livro “JESUS CRISTO, O MESMO ONTEM, HOJE, E ETERNAMENTE.” Ela tem estado deitada de costas por oito anos e nove meses, e nunca se levantou da cama. Ela tem tuberculose, e os médicos disseram anos atrás que não havia nenhuma esperança. Ela tem agora cerca de 23 anos. Ela está deitada lá definhando, e pesa só cerca de quarenta libras [18 kg-Trad.]. A moça tem estado implorando e clamando para o irmão ir a ela, mas seus pais pertencem a certa igreja aqui, e foi anunciado aquela congregação que se algum deles fosse ouvi-lo, eles seriam expulsos da igreja. Mas o irmão irá?”

O irmão Branham respondeu: “Irei, se o irmão puder conseguir que seu pai e mãe digam que está bem.” O irmão Branham sentiu que Deus o estava conduzindo dessa maneira. O nome da moça era Georgie Carter, e seu pai era superintendente de uma pedreira. A mãe mandou recado que ele podia ir visitar a moça, mas nem ela nem o pai estariam em casa enquanto ele estivesse lá.

Quando entrou no quarto, ele viu seu livrinho na cama e perguntou: “Você crê no que leu?” Ela respondeu: “Creio senhor.” Isto foi falado numa voz tão baixa que ele teve de chegar muito perto para ouvir o que ela disse. Naquela época ele não entendia tanto quanto entende agora acerca da cura, mas orava pelas pessoas quando as via curadas por visão. Assim ele lhe contou sobre a moça Nale que tinha sido curada, e sugeriu que ela orasse para que Deus o conduzisse através de uma visão a orar por ela. (Mais tarde ele aprendeu, naturalmente, que todos podem ser curados por crerem na Palavra de Deus, apesar de Deus ainda revelar a ele muitas curas por visão.)

As reuniões prosseguiram. Deus continuou a abençoar até que havia várias centenas de pessoas frequentando. Certo dia o irmão Branham teve um culto batismal em Totton Ford no rio Azul. Aquela tarde era para ele batizar cerca de trinta ou quarenta pessoas. Pouco antes, nessa localidade, um ministro tinha realizado uma reunião e pregado contra a imersão. Mas naquela tarde Deus manifestou Seu poder de tal maneira que mais de quinze do seu povo marcharam para a água com suas melhores roupas e foram batizadas.

Agora, toda aquela semana, Georgie esteve orando: “Ó Senhor, envia o irmão Branham para me visitar novamente; mostra-lhe por visão que eu posso ser curada, de modo que eu possa ser batizada com os demais.” Quando o dia do batismo chegou, a moça estava muito agitada e ficou chorando. A mãe tentou aquietá-la, mas seu coração estava quebrantado e ela não podia ser tranquilizada. Depois que o batismo terminou, o irmão Branham foi à casa do irmão Wright para jantar.

O irmão Brace, que esteve com ele durante o cumprimento da outra visão, também foi. Mas neste momento o Espírito lhe falou, dizendo: “Não coma agora, mas vá para a floresta orar.” Assim o irmão Branham disse: “Vou orar um pouco, mas quando o jantar estiver pronto, toquem o sino (eles tinham um velho sino usado em zonas rurais para avisar das refeições), e eu virei.” O irmão Branham então entrou certa distância na floresta e começou a orar.

Mas era difícil orar, visto haver muitos espetos entrando em suas roupas, e ele ficou pensando que se atrasaria para o culto. Entretanto, ele começou a orar de todo o coração, e logo ficou absorto no Espírito. Finalmente ele ouviu uma voz chamando de algum lugar na floresta. Ele se levantou, o sol tinha se posta e estava escurecendo. O sino do jantar tinha soado, mas ele não o ouviu, e uma equipe de busca tinha sido enviada para encontrá-lo. Quando se levantou ele viu uma Luz amarelada, brilhando desde o céu, penetrando na floresta embaixo. Uma voz falou dizendo: “Vá pelo caminho da casa dos Carters.” Isso foi tudo. Então ele ouviu vozes em várias partes da floresta chamando: “Oh, irmão Branham.” Ele foi saindo da floresta e quase se deparou com o irmão Wright. O irmão Wright o informou: “Faz uma hora que o jantar está pronto e o estamos chamando. o que houve?” O irmão Branham respondeu: “Não posso comer. Estamos indo em direção à casa dos Carters. O Senhor me enviou nessa direção para a cura de Georgie.” O irmão Wright respondeu: “Tem certeza?” O irmão Wright chamou, e o irmão Brace veio. Eles entraram no carro e partiram para a casa dos Carters, que ficava a cerca de sete milhas de distância. Eles disseram aos outros para comer e então irem a igreja. Eles não poderiam esperar por eles, visto que a visão falou ao irmão Branham para ir naquele momento.

Deus estava operando em ambas as extremidades da linha. Recorde que foi assim quando o anjo falou a Pedro; o povo estava reunido na casa de Marcos e estavam todos orando. Georgie tinha ficado agitada nesta ocasião. A mãe estava tão angustiada que entrou no quarto ao lado e começou a orar. Ela disse: “Senhor, o que vou fazer; esse sujeito, Branham, veio aqui e deixou minha filha tão agitada, e ela está numa condição moribunda por nove anos. Quem é este homem afinal?” Depois disso ela ficou absorta no Espírito de oração. De repente ela ouviu uma voz que disse: “Olhe para cima.” Quando ergueu a cabeça, ela pensou ter visto uma sombra na parede. Ela viu que era uma pessoa, e parecia ser Jesus. Ela perguntou: “Senhor, que posso fazer?” Na visão o Senhor lhe disse: “Quem é este entrando pela porta?” Então ela viu o irmão Branham e dois homens seguindo. Ela reconheceu o irmão Branham, por sua fronte elevada, e a Bíblia que levava sobre o peito. Ela começou a dizer: “Não estou sonhando. Não estou sonhando.” Ela correu para o quarto ao lado e exclamou: “Georgie, algo aconteceu!” Ela começou a lhe contar a visão. Quando estava quase acabando de lhe contar, ela ouviu uma porta bater. Ela olhou e ali estava o irmão Branham acabando de chegar. Ele não bateu. Ele só entrou pela porta e veio. A mãe caiu para trás na cadeira, quase desmaiando. O irmão Branham caminhou direto até o lado da cama e disse: “Irmã, esforce-se. Jesus Cristo, quem a irmã tem servido e amado e a quem tem orado, ouviu sua oração e me enviou conforme a visão. Levante-se porque Ele a curou.”

O irmão Branham a tomou pela mão. Lembre-se de que ela não tinha se levantado da cama por muitos anos. Mal conseguiam por um lençol debaixo dela, ela estava tão coberta de feridas. Sua cabeça parecia quase quadrada; os olhos estavam profundamente afundados e seus braços pareciam cabos de vassoura no lugar mais largo. Mas quando o irmão Branham disse que Jesus a tinha curado, ela imediatamente se ergueu e ficou de pé sua mãe começou a gritar. Ali ela via sua filha, pela primeira vez em nove anos, caminhando pela casa, não por seu próprio poder, mas pelo poder do Espírito Santo, e sem qualquer auxilio humano. Quando o irmão Branham se voltou para sair do edifício, a irmã dela entrou correndo, e também começou a gritar.

Mais tarde, quando seu pai chegou em casa e viu a filha sentada ao piano tocando, ele quase desmaiou. Ele foi para a cidade e começou a contar a todas as pessoas o que tinha acontecido. A moça saiu para o quintal, sentou-se na grama e começou a bendizer a grama e as folhas. Ela olhou para o céu dizendo: “o Deus, quão bom Tu és para mim.” Ela estava tão feliz.

Na igreja aquela noite o edifício estava lotado. Quando chegou o domingo, eles tiveram outro batismo. Tanto Georgie quanto a jovem Nale foram batizadas no Totton Ford no domingo seguinte. Georgie é agora uma pianista na igreja batista de Milltown, e está em perfeita saúde.

As ilustrações acima são só duas em número. A verdade e que tem havido milhares de visões referentes à cura que se cumpriram na plataforma. Nunca houve uma falha quanto a sua exatidão, e nem haverá.

Aqueles que estiveram nos cultos do irmão Branham sabem que de vez em quando ele dizia: “Assim diz o Senhor.” Quando dizia, seja a que fosse que estivesse se referindo, aconteceria. Nunca havia falha. Se ele não dizia essas palavras, não houve visão para indicar a absoluta garantia de que a coisa ia acontecer. Para ilustrar isto, a fim de tornar compreensível, digamos desta maneira: Aqui estão duas pessoas aleijadas, as quais se encontram diante dele. A cada uma destas, ele repete a visão que teve, a qual lhe disse quem são as pessoas, de onde são e o que causou o problema. Então a uma ele pode dizer depois da oração: “Siga seu caminho e creia em Deus.” Mas a outra ele pode dizer: “Assim diz o Senhor, você está curada.” Essa pessoa, a quem foi falado por último, se levantará imediatamente, ou se Deus escolher curar a pessoa um pouco mais tarde, não faz diferença, porque a pessoa será curada. Veja, no primeiro caso, ele não teve visão vendo a primeira curada. No segundo, ele teve uma visão da pessoa caminhando. Toda visão se cumpre exatamente como vista.

Aqui está outro exemplo disto. Numa reunião, certa vez, um cego veio para oração. Quando orou, o irmão Branham disse: “Assim diz o Senhor, você está curado.” o homem seguiu seu caminho tão cego quanto sempre. Ele foi a um dos que estava dirigindo os cultos com o irmão Branham e afirmou que estava intrigado sobre o resultado dessa profecia. O homem tocou a fita em que a fila de oração foi gravada e com plena certeza a visão tinha indicado que o irmão Branham disse:

“Assim diz o Senhor, você está curado.” Ele encorajou o homem a crer em Deus, contando-lhe que isto era verdade, e que ele era como Abraão do passado, a quem Deus disse: “Eu te fiz pai de nações… e te multiplicarei.” A ele isto queria dizer: “Eu lhe disse que você está curado – creia que agora está feito.” o homem ficou feliz e foi de uma parte a outra louvando a Deus por sua cura. Ele vendia jornais para viver, de modo que quando não estava gritando vendendo, ele estava louvando a Deus por Sua bondade. Certo dia, enquanto estava fazendo a barba, o barbeiro, brincando, mencionou o assunto da cura e do Rev. Branham. O cego disse: “Sim, eu sei de tudo. Eu fui lá. Ele orou por mim e, louvado seja Deus, estou curado.” Tão logo disse isso, ele foi perfeitamente curado. Ele saltou da cadeira louvando e bendizendo a Deus.

Em janeiro de 1950, enquanto o Rev. Branham estava realizando cultos em Houston, Texas, um evento dos mais surpreendentes ocorreu, o qual estabeleceu para sempre a verdade de que uma luz sobrenatural acompanhava seu ministério. Ocorreu que um ministro enfurecido acusou o irmão Branham de insinuar que ele curava os enfermos. Ele também argumentou que a cura não era para hoje. Tão insistente ele foi (junto com alguns outros ministros), que alguns da equipe oficial decidiram que um debate seria apropriado. Para a imprensa isto naturalmente foi a melhor oportunidade de se aproveitar. Com o que finalmente se transformou num drama de pequeno calibre, o assim chama do Rev. Best pediu a seus fotógrafos (Ayers e Kipperman) para tirar fotos enquanto ele brandia o punho sob o nariz do Rev. Bosworth. Enquanto desfilava para lá e para cá, ele pediu várias fotos mais. Finalmente, quando se viu que o Rev. Best e seu grupo não tinham ganhado ponto algum, mas que a audiência estava a favor da equipe Branham, o desafio continuou vindo para o irmão Branham ir à frente. Agora, o irmão Branham é um sábio e humilde servo de Deus. Ele sabia que se a efetiva demonstração do poder da verdadeira Palavra não fizesse os homens ver, um debate ou discussão certamente não faria. Mas, finalmente ele veio a frente. Enquanto permanecia no púlpito, os fotógrafos tiraram mais uma foto, que foi do irmão Branham. Quando a foto foi tirada, muitas pessoas (a maioria não) viram uma luz brilhante aparecer sobre a cabeça do Rev. Branham. Quando o filme foi revelado no estúdio, as oito ou nove tiradas do Rev. Best saíram completamente negativos, mas aquela com o irmão Branham sozinho saiu clara, e ali estava a luz sobre sua cabeça. Esta fotografia foi levada ao Dr. George Lacy, o qual então era chefe dos laboratórios do F.B.I. Ele deu duas declarações assinadas de que o negativo não tinha sido manipulado, e de que não houve dupla exposição, de que todo teste conhecido tinha sido usado, e o veredicto foi que esta era uma foto genuína não retocada. Ele pessoalmente indicou que esta foto era a única foto genuína de um ser sobrenatural em qualquer parte do mundo.

Desde que volumes poderiam de fato ser escritos sobre o ministério público deste homem, e sendo que não temos esse espaço para continuar, é melhor falar de outras coisas que estão em seu ministério mais privado, e que, ainda assim, foram vistos por seus companheiros com ele.

O irmão Branham amava a natureza. Ele caçava e pescava.

Ele cavalgava e caminhava por milhas. Deste modo, as ilustrações a seguir terão a ver com florestas e montes que ele tanto amava.

UMA RESSURREIÇÃO AUTÊNTICA

Certo dia o irmão Branham e Banks e Lyle Woods (dois irmãos que antes eram testemunhas de Jeová), foram a Dale Hollow, Tennessee, para pescar. Na primeira manhã na água, Banks e Lyle começaram a recordar acerca de uma estimada senhora idosa da Igreja de Deus, a qual costumava lhes dar a comer pão fresco e leite. Enquanto pensavam sobre sua amabilidade cristã, Banks disse a Lyle que eles deviam voltar para visita-la e lhe contar que eles agora estavam salvos e procurando servir a Deus. Quando ele disse isso, o irmão Branham sentiu o Espírito de Deus se mover sobre si, atraindo sua atenção; e uma voz disse: “Assim diz o Senhor, nas próximas horas haverá a ressurreição de um pequeno animal.” Imediatamente ele se lembrou de um gatinho que seu filho, José, tinha abraçado com demasiado aperto e então deixado cair desfalecido no chão. Ele achou que ele agora tivesse morrido e que uma oração de fé o ressuscitaria para o seu dono.

Eles tinham pescado por algumas horas, e então Lyle pescou um pequeno cara [Peixe da água doce Trad.]. Esse peixe era minúsculo, e ainda assim numa mordida ele tinha engolido inteiramente a isca e o anzol. Não havia maneira de tirar o anzol, de modo que Lyle simplesmente deu um puxão forte na linha e o anzol saiu, mas com ele vieram as guelras e o intestino do peixe. Quando jogou o peixe na água ele disse:

“Você já deu tudo o que tinha companheirinho.” O peixinho deu uma sacudidela ou duas, caiu de lado e então flutuou com as ondas, sendo levado em direção a margem.

Cerca de 30 minutos mais tarde um estranho sentimento caiu sobre o irmão Branham. Ele olhou em direção as árvores na margem e, movendo-se ali como um redemoinho, veio o som de um vento impetuoso, e o Espírito de Deus falou novamente:

“Levante-se. Fale ao peixinho e ele terá sua vida.”

Imediatamente ele se pôs de pé e clamou: “Peixinho, eu lhe dou sua vida.”

Aquele peixe morto, que apenas segundos antes estava flutuando na marola sendo levado em direção à margem, de repente se virou e nadou como uma bala para as profundezas. Banks Woods sentiu a reverência do milagre e disse, como disseram os apóstolos do passado, no monte da transfiguração: “Bom é estarmos aqui.”

Lyle ficou preocupado e disse: “Irmão Branham, isso foi por mim, não foi?”

“Não,” respondeu o irmão Branham. “Não foi.”

Os homens foram testemunhas fidedignas deste estupendo evento.

Por que Deus tinha ressuscitado aquele peixe? Não havia centenas de pessoas desamparadas na relação de oração do irmão Branham? Não teria sido melhor que ele levantasse alguns aleijados, alguns casos de câncer para a glória de Deus? Sim, Ele quer levantá-los, e esta ressurreição do peixe mostra que Deus é o Deus do mundo inteiro, grande e pequeno. Como Ele Próprio disse, Ele cuida do pardal. Está no menor. Ele quer cuidar de Suas criaturas. Ele ama todas elas.

                           O CARIBU E A URSA

  O irmão Branham sempre foi um filho devotado. Assim, quando sua mãe morreu, ele sentiu agudamente sua perda. Mas o Deus de toda consolação, consolou seu coração com respeito a ela. E como um pai carinhoso sabe como distrair da perda, Ele lhe deu uma visão de uma futura caçada no Canadá. Ele relatou a visão inteira a sua igreja em Jeffersonville, meses antes de ela se cumprir.

Na visão, ele estava caçando animais de grande porte em algum lugar da América do Norte. Ele não pode dizer exatamente onde, mas sabia o tipo de animal que ia abater. Um dos troféus era uma criatura que parecia um veado, mas que era muito maior. Ele nunca tinha visto ou caçado um como ele na vida. Quando foi caçar o animal, ele estava na companhia de dois homens, um dos quais estava usando uma camisa xadrezada verde. Enquanto espreitava esta criatura parecida com veado, ele viu uma fêmea e uma cria nova da mesma cria. Depois de se colocar em posição para um bom tiro, ele o abateu e foi examiná-lo. Quando fez assim, ele viu uma mão pequena como de criança estender-se e medir o comprimento do chifre. A fita indicou exatamente 42 polegadas [1,00 m -Trad.].

Enquanto trazia seu troféu, ele viu um grande urso pardo.

Ele matou este urso com um tiro. Depois que ele estava morto, ele refletiu no pensamento de que o tinha matado com um rifle 270 apenas e bala grana 130, o que é, na verdade, pequena demais para animal desse tamanho. Ele tirou a pele do urso. Então a visão o deixou.

Cerca parecia se enquadrar na visão, pois os chifres de um alce são no formato de palma de mão, e a criatura na visão de um mês mais tarde um estimado amigo o convidou a ir ao Alasca caçar urso e alce. Mas o convite não tinha chifres de veado.

Outro mês passou, e ele recebeu um convite de Bud (Harvey) Southwick, um guia classe A, na rodovia Alasca, para ir caçar urso com outro irmão cristão, Eddie Byskal, pastor do guia. O irmão Branham tinha estado lá para caçar antes, e enquanto esteve lá, ele pode ajudar um moço muito enfermo a recuperar a saúde. A cura foi assim:

Forte São João e extremamente ao norte. Alias, fica no Yukon, onde o sol realmente não se põe; ele só fica sombrio. Assim os caçadores tiveram tempo de sobra para contar sobre as coisas do Espírito. O Rev. Byskal estava contando a Bud sobre as reuniões do irmão Branham, sobre as visões e as curas. Bud então disse quão contente ele ficaria se o irmão Branham visitasse seu irmão que tinha epilepsia, porque tinha certeza que algo de bom viria disto. Ele constantemente falava sobre o irmão Branham ter uma visão e orar pelo moço para que ele pudesse ser curado.

Certo dia, depois que o irmão Branham tinha acabado de ajudar seus companheiros a trazer os cavalos de volta a uma trilha da qual eles tinham se desviado, ele teve uma visão deste jovem. Ele estava indo por último (era o último na trilha), assim ele deu uma esporada no cavalo para falar com Bud. Ele contou ao Sr. Southwick que a visão tinha-lhe mostrado que seu irmão tinha convulsões desde criança, e foi descrevendo o jovem. Estava exatamente certo. Ele então lhe disse para mandar chamar o homem, trazê-lo a Forte São João e o observar. Quando o próximo ataque viesse, ele devia arrancar a camisa dele e joga-la no fogo, e os ataques cessariam. Foi-lhe dito para fazer tudo em Nome do Senhor, e a vitoria estava assegurada.

Bem, eles trouxeram o rapaz a Forte São João. Bud contou para sua esposa que ele tinha “Assim diz o Senhor,” para ele, de modo que tudo que tinham a fazer era seguir as instruções. O pobrezinho tinha até seis ataques por dia quando tinha uma época ruim disso. E sua próxima convulsão veio quando Bud estava ausente. Mas a Sra. Southwick era uma crista cheia do Espírito. Aquela pequenina senhora arrancou a camisa e a jogou no fogo em Nome do Senhor Jesus. Os ataques cessaram e nunca retornaram.

Assim, quando esta carta chegou convidando-o a caçar, ele sentiu que devia ir. Ele e Fred Sothmann partiram, e a caminho contaram a visão a centenas de pessoas. Havia, portanto, muita gente que esperaria ansiosamente o resultado da viagem para ver se este seria ou não o tempo em que a visão se cumpriria.

Os dois homens chegaram ao ponto de tentar desenhar um quadro do cenário na região e dos dois animais que seriam apanhados.

Depois de chegar e conversar com seu guia, ele foi informado de que simplesmente não havia animais como aqueles naquelas imediações. Em primeiro lugar, até mesmo os veados estavam escassos por ali; então o caribu tinha chifres em formato de palma de mão, o que o animal não tinha na visão, e tampouco havia ursos nas imediações, especialmente ursos pardos grisalhos. A região era região de carneiros, de modo que era melhor eles se restringirem a isso.

O Rev. Branham não estava preocupado, porque a visão poderia se cumprir numa data posterior. Ele sabia de uma coisa, que a visão prosperaria.

Começaram a procurar carneiros. Há cerca de três dias de distância lá nos montes, Eddie caiu num riacho, de modo que voltou ao trailer para se trocar. Os outros continuaram e alcançaram uma altitude mais elevada. De manhã eles saíram e viram sua primeira tentativa de abater um animal. Eles viram um caribu e um filhote. Mais tarde eles viram alguns carneiros. Vendo um caribu macho, Eddie o matou, e eles o limparam e o levaram para o acampamento.

O irmão Branham e Bud então saíram com ideia de procurar caça no outro lado da montanha. O irmão Branham decidiu esquadrinhar a paisagem da montanha com seu binóculo. Ao fazê-lo, lá estava aquele animal da visão. Ele passou o binóculo a Bud. Ele viu um enorme caribu, mas com chifres que eram diferentes. Não eram do tipo palma de mão, porém mais parecidos com os de um veado. O animal e o ambiente do cenário eram exatamente conforme a visão.

Bud então mencionou ao irmão Branham que devia haver um urso também, e até mesmo um homem com uma camisa verde axadrezada. O irmão Branham lhe disse para olhar em direção ao acampamento. Lá estava Eddie com uma camisa verde axadrezada que sua esposa tinha posta na mala para ele, e a estava usando agora.

Então Bud olhou em direção ao caribu novamente. Ele tinha certeza que ele não poderia ser abatido, visto que estava olhando direto na direção deles, e não havia suficiente mato para ocultá-los. Mas eles continuaram, e aquele animal não se moveu. Eles chegaram a 35 jardas [32 m -Trad.), e o Rev. Branham atirou no caribu. Havia outros perto, mas eles tinham chifres no formato de palma de mão.

Agora veio a questão. Haveria um urso, também? Era parecido com a questão do Antigo Testamento: Deus tinha provido maná, mas Ele pode prover água também?

Bud apanhou o binóculo para esquadrinhar a montanha.

Ele podia ver a arca inteira, e não havia nem urso nem lugar em que um urso pudesse se esconder. Bud começou a duvidar, mas o irmão Branham lhe lembrou que um dos Nomes de Deus é “o Senhor nosso Provedor.” Seria de fato peculiar se Deus prometesse um urso e então não pudesse prover um. Ele deu um carneiro travado pelas suas pontas num mato a Abraão quando não havia carneiro algum nas imediações. Assim, um urso devia aparecer logo em cena. E era “Assim diz o Senhor” que seria um grande urso pardo. Eles tinham visto o homem de camisa verde axadrezada; já tinham matado o que parecia um animal “impossível”, de modo que deviam ter a terceira promessa realizada.

Eles começaram a caminhar, com Bud expressando suas dúvidas. Não que ele não quisesse crer, mas parecia um tanto difícil crer com o sol se pondo, e nenhum urso visível e nenhum lugar para ele se esconder.

Enquanto Bud estava esquadrinhando a arca numa direção, o irmão Branham olhava na outra direção. De repente ele pediu a Bud para se virar, e apontando para um lugar na montanha, ele lhe perguntou o que via. Lá estava o maior urso pardo que Bud já vira. Ele quase desmaiou quando o viu. Lá estava aquele urso de quatro, quase tão grande quanto uma vaca. O vento estava soprando o seu pelo, eriçando-o.

Bud era a favor de atirar no urso daquela distância, mas conforme a visão, eles deviam chegar a 500 jardas [457 m – Trad .]. Ele estava com medo de chegar perto demais, porque um urso com uma bala no coração ainda pode dar uma investida e matar, porque ursos pardos são matadores, e outrora eram conhecidos como o terror da campina, e frequentemente chamados pelos índios “o urso que anda como homem.”

Assim eles caminharam em direção ao urso. Todo o tempo o irmão Branham levava aquele pequeno 270 com balas de 130 grãos. Bud sabia que ele precisaria de um grande Wealherby [Marc a de rifle potente -Trad.], no mínimo. Mas, a visão tinha dito uma arma pequena a curta distância. O urso seria atingido e viria rolando para baixo quase na frente de seus pés.

Agora, uma visão e uma coisa ótima a se ter, mas ser parte dela e cumpri-la defronte de grave perigo, e outra coisa. O apóstolo Paulo teve a visão do navio partindo-se e afundando, e ainda assim todos os homens, até mesmo os que não eramnadadores, haveriam de chegar à praia em segurança. A visão foi maravilhosa, mas requereu coragem para Paulo ser o líder nela. Assim, os dois homens prosseguiram. O irmão Branham encorajou Bud com o pensamento de que ainda que ele tivesse uma espingarda de pressão, ele poderia matá-lo, porque a Palavra de Deus não pode falhar.

Lenta, mas firmemente, eles se aproximaram, com Bud pedindo por um tiro nas costas para quebrar-lhe a espinha dorsal e medula e deixá-lo sem ação. Mas o irmão Branham determinou que seria no coração, porque desobediência à visão poderia ser falha ou desastre. Foi sugerido que Bud ficasse atrás. Não, ele não ficaria.

A 300 jardas [274 m -Trad.] eles chegaram ao topo de um pequeno outeiro, e lá estava ele. Aquele enorme urso pardo os viu, e quando viu, ele investiu. Enquanto ele corria na direção deles, o Rev. Branham atirou em seu coração. A investida foi muito rápida, porque ele naturalmente vinha morro abaixo. Mas de repente ele caiu a apenas umas 50 jardas [45,7 m -Trad.] dos homens.

O urso estava morto. Foi tudo perfeitamente conforme a visão.

Bud mal podia mais falar. Se os chifres do caribu medissem exatamente 42 polegadas [1,07 m -Trad.] quando os medissem no acampamento, ele sentia que começaria a gritar. O irmão Branham lhe disse que sentia que ele devia começar a gritar agora mesmo, porque seriam exatamente 42 polegadas.

Quando chegaram ao acampamento, o irmão Branham disse a Bud para observar o filhinho de Eddie, o qual estava no acampamento, vir medir os chifres, porque foi a mão de um companheirinho que ele viu na visão. Quando Eddie tirou a fita para medir os chifres, ele chamou o filho para segurar a extremidade dela e ali estava aquela mãozinha segurando a fita, exatamente conforme a visão. Eles mediram exatamente 42 polegadas.

Bud mal podia falar. Ele tinha visto quase demasiado, e se voltou para o irmão Bill em admiração e lhe perguntou se o irmão Bill lhe diria onde ele (Bud) estaria no ano seguinte. Ele sentiu que melhor ele já saber tudo: ele tinha visto e constatado tanto agora.

Agora, por que Deus faz coisas assim? Porque nos ama e cuida de nós. Ele quer estar na vida de todos nos o tempo todo. Algum dia nós compreenderemos isso. Só espero que não seja tarde demais.

O cumprimento de visões é uma coisa tremenda; mas o ministério do Rev. Branham tem ainda outra fase que deixa a pessoa maravilhada. Seu novo ministério é um onde ele fala a palavra e acontece exatamente como ele a falou. Isto é conforme Marcos 11:23: “Qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.” Aqui estão algumas ilustrações dessa palavra falada acontecendo.

A CURA DA IRMÃ BRANHAM

No passado, por volta de 1950, quando o Rev. Branham estava na Califórnia ministrando aos enfermos, ele disse a irmã Millikian, que estava enferma naquela época, que ela estava sofrendo de flebite das veias femorais. Essa senhora sentiu que, visto que ela não sentia nenhum sintoma de tal doença, dificilmente era possível que isto fosse verdade. O irmão Branham mostrou-lhe o sinal em sua mão que indicava o problema. Então, para lhe mostrar que quando se esta perfeitamente bem não há manifestação em sua mão, ele estendeu a mão segurando a mão de sua esposa e disse: “Agora, a irmã notará que não há mudança na condição ou cor da minha mão quando seguro a mão da minha esposa.” Mas como um raio atingindo-o, ele falou: “Meda, não sabia que havia algo errado com você. Você tem um cisto no ovário esquerdo.” “Bem,” a irmã Branham disse, “sinto-me perfeitamente bem.”

“Isso é ótimo,” disse o irmão Branham, “mas está ali, mesmo assim.”

Agora, a irmã Branham não dava a luz por parto natural.

Seus filhos nasceram por meio de cesariana. Ela já tinha uma filha, Becky, de modo que quando estava para dar a luz seu segundo filho, o irmão Branham pediu ao médico para procurar o cisto. O médico assim fez, mas não viu nada.

Anos se passaram e ela se sentia ótima. Então seu terceiro e último filho nasceu. Novamente o médico não viu sinal de cisto.

Mas em 1902 a irmã Branham começou a se sentir desconfortável com uma dor no lado esquerdo. O lado também começou a inchar um pouco. Ela foi a um médico fazer uma consulta e foi-lhe dito que ela tinha um cisto que havia se transformado num pequeno tumor. Ele aconselhou uma operação.

Entretanto, a família e uma família de fé, e eles estavam determinados a esperar no Senhor. O tumor continuou crescendo. Eles se mudaram de Jeffersonville para Tucson. O médico que estava tratando dela em Louisville, Kentucky, escreveu uma carta e enviou relatórios com ela a um novo e ótimo médico em Tucson. A esta altura o tumor estava tão grande que causava muito desconforto e dava aos médicos preocupação de que fosse maligno. Ainda assim a operação foi adiada, não só para ainda buscar a Deus, mas com esperança de que ela pudesse resistir ao problema até depois do Natal de 1903 para permitir a família voltar a Jeffersonville para os feriados.

Agora, a esta altura, o irmão Branham tinha acabado de chegar de Nova Iorque onde teve uma serie de reuniões. Ele sabia quão enferma sua esposa estava e quão necessária a operação era. Ela tinha acabado de ligar e dito que mal podia caminhar, e o médico estava pressionando para uma operação. Ele pediu a ela para aguentar um pouco e ver se conseguia chegar. Sentindo-se desesperadamente pesaroso por ela, ele entrou na sala de sua casa em Jeffersonville (ele tinha parado na antiga casa pastoral a caminho da reunião de Shreveport, de onde iria a Tucson) e se ajoelhou junto ao sofá, ao redor do qual eles habitualmente oravam como família. Orando com compaixão e sinceridade, ele implorou a Deus para ser misericordioso com ela.

Então veio a percepção de Deus. A Coluna de Fogo pairou na sala. A voz de Deus falou a ele: “Põe-te em pé. Dize o que quiseres, e acontecerá exatamente como disseres.” Plenamente consciente desta tremenda promessa, ele disse: “Assim suceda que pouco antes do médico tocá-la, o tumor desapareça.”

Agora, no dia seguinte a irmã Branham e a irmã Norman foram ver o médico para outro check-up. A enfermeira ajudou-a a vestir a camisola branca preparatória para o exame. Ela mal pode subir na mesa. O médico entrou, olhou para suas anotações e então se inclinou em direção a ela para examinar o tamanho do inchaço. No momento em que sua mão desceu e estava a ponto de tocá-la, ela teve uma sensação fria de encolhimento em seu lado. O médico sentiu seu lado esquerdo; então ele deu a volta e sentiu seu lado direito. De maneira muito intrigada ele disse: “Aquele inchaço era em seu lado esquerdo, não era, Sra. Branham?”

“Sim, senhor, era,” disse a irmã Branham.

Ele procurou atentamente e finalmente disse: “Não sei o que aconteceu. Tudo que sei e que não há tumor aqui agora. Ele desapareceu. Não consigo explicar, mas a senhora não tem nada com que se preocupar.”

Quando, a seguir, o irmão Branham telefonou para sua esposa de Shreveport, ela disse: “Bill, sabe aquele tumor … ” Ele interrompeu: “Sim, querida, eu sei. Ele desapareceu.”

Ela disse: “Como você soube?” E ele lhe contou a história.

DÁDIVA DE DEUS À IRMÃ MOSIER

Durante a temporada de caça aos esquilos de 1902, o irmão Branham e o irmão Wood foram convidados a vir a casa da irmã Hattie Mosier para a refeição de meio-dia. Agora, a irmã Mosier era uma viúva crista muito maravilhosa, que, com seus dois filhos, subsiste com um salário de fome. Ainda assim ela fielmente dá dízimos, e dá para o bem-estar de outros, nunca pensando em si mesma. Ela tem uma irmã aleijada que nunca andou. Esta senhora santa é um testemunho a Deus. Seu lar tem a atmosfera que convém a uma senhora cristã.

Enquanto estavam sentados comendo, todos estavam falando sobre as boas coisas de Deus. O irmão Branham estava falando da Palavra e do ministério do Espírito e coisas semelhantes da graça. De repente, durante uma parte especialmente abençoada da conversa, a Irmã Mosier disse:

“Irmão Branham, isso é pura verdade.”

Quando ela disse isso, o Espírito de Deus veio sobre o irmão Branham e ele disse: “Irmã Mosier, por essa declaração, Deus me disse para lhe dizer que a Irmã pode ter qualquer coisa que quiser.”

Que poder celestial encheu a sala! Lágrimas rolaram pelo rosto dos convidados. “O que quiser. É seu. Eu o dou à Irmã em Nome do Senhor,” repetiu o irmão Branham.

A Irmã Mosier disse: “Não sei o que pedir.”

“A Irmã pode pedir por sua Irmã aleijada. Ela será curada.

A Irmã é muito pobre e precisa de dinheiro. Peça isto, se quiser. Peça de coração, e é seu.”

Ela olhou para ele por um momento, e então, de coração disse: “Irmão Branham, meus dois filhos não são salvos. É isso o que quero. Eles podem ser salvos?”

Ele disse: “Eu lhe dou seus dois filhos em Nome do Senhor.”

Aqueles garotos, que antes estavam rindo e gracejando como garotos fazem. Eles, que não tinham ideia de se converter a Deus, nem desejo algum de servi-Lo, de repente ficaram pálidos. O Espírito de Deus veio sobre eles em dinamismo que sacode a alma, e eles clamaram e caíram em arrependimento diante do Senhor.

Aqueles garotos foram salvos. Hoje eles são membros do tabernáculo. Eles estão vivendo para Deus. Eles têm companheirismo com os santos à mesa do Senhor e em lava pés, e tem um testemunho para com o Senhor, tanto por voz quanto por conduta.

Dificilmente seria certo concluir esta parte da vindicação sem o sinal do céu. Você se lembra que os fariseus queriam um sinal do céu. Parece que muitos hoje querem um sinal do céu, também. Nós já vimos um da estrela aparecendo, mas aqui está outro.

A NUVEM DE ANJOS

Por muitos anos o irmão Branham soube por revelação que chegaria a hora quando Deus demandaria dele que ele se mudasse para o Oeste. Sem receber uma revelação direta de Deus ele sentiu que gostaria de ir para Tucson. Ele, portanto, planejou conformemente.

Em 22 de dezembro de 1962, quando se levantava da cama, uma visão irrompeu diante de seus olhos. Ele se viu no Arizona, de pé numa montanha, contemplando Tucson do alto. Ele se inclinou para tirar carrapicho [cardo-Trad.] da calça. Seu filho, José, parecia estar de pé por perto. Ele se levantou, e ao fazê-lo, veio uma explosão do céu desde o sul. Foi tal explosão, que sacudiu as montanhas, fazendo com que as pedras rolassem encostas abaixo. Como um terremoto ela sacudiu os morros. Quando esta explosão de trovão sacudiu a terra, um fulgor de luz, que se transformou num grupo de sete anjos poderosos, arrebatou-o para cima com tremenda velocidade. O Impacto desta visão foi tão grande que ele literalmente se sentiu pasmo por vários dias. Ele se perguntou se isto significava a morte. Ele achou que não devia considerar isso, uma vez que José estava perto dele e ileso pelo choque da explosão.

Tendo discutido esta visão peculiar com o autor em 20 de dezembro, nos sentimos, conhecendo este maravilhoso profeta de Deus, que os anjos que vieram com voz de trovão foram enviados de Deus como sinal de que ele saberia o que estava no capítulo dez de Apocalipse com respeito aos sete trovões que João ouviu, mas que não escreveu. Isto era uma suposição. Ninguém sabia com certeza o que significava.

O Rev. Branham mudou para Tucson imediatamente. E não estando em reuniões no momento, ele foi caçar nas montanhas com dois amigos, Gene Norman e Fred Sothmann. Os dois amigos não foram na companhia imediata do Rev. Branham enquanto caçavam, mas estiveram alguma distância a parte. Enquanto o Rev. Branham estava na encosta da montanha, ele se curvou para tirar carrapicho da perna da calça. Enquanto assim fazia, uma poderosa explosão saiu do sul, balançando as montanhas de tal modo que pedras grandes arredondadas pela erosão rolaram encosta abaixo, e pedras pequenas pareciam dançar de um lado para outro. Por um momento ele temeu que algum caçador o tivesse atingido. Ele ficou tão chocado com tudo isto. Então vieram em realidade sete anjos poderosos como uma pirâmide ou a letra “V,” precipitando-se em sua direção na velocidade da luz. Pareceu-lhe ter sido arrebatado neles, e com seu terrível trovão. Então uma voz clamou: “Volte para o Leste.” Ele sabia que era tempo de voltar a Jeffersonville para pregar os sete selos e revelar os mistérios não escritos dos trovões no livro de Apocalipse.

Agora, aqui está a verdade. Os dois homens que estavam com ele correram e tentaram encontrá-lo. Eles tinham visto a luz, mas não tinham visto os anjos na luz ofuscante. Eles ouviram o terrível trovão quando rugiu do sul. Eles viram o homem de Deus abalado pela poderosa visão.

Esta cena aconteceu fora de Flagstaff, Arizona. No exato dia e hora deste tremendo evento, o que pareceu ser uma nuvem, formou-se no céu. Ela tinha trinta milhas de largura [48 km -Trad.] e vinte e seis milhas de altura [42 km -Trad.].

Estava na parte da atmosfera em que nunca se formam nuvens, tampouco se podem formar. Mediante investigação (muitas fotos foram tiradas) constataram que não tinha havido jatos no ar, e não sabiam de que maneira as nuvens poderiam ter-se formado. Os meteorologistas escreveram num jornal cientifico sobre esta nuvem peculiar em forma oval, que era tão grande e se deslocava rapidamente em direção leste. Ninguém faz ideia de onde ela veio, como chegou ali, e para onde foi.

Mas o povo que conhece a verdade sobre essa nuvem – uma nuvem de anjos que Deus permitiu que se manifestassem para confundir os olhos do mundo.

A revista Life, de 17 de maio de 1963, apresenta quatro fotos da nuvem

e a revista Science, de 19 de abril de 1963, na capa da frente, também apresenta a foto.

 

Em março o Rev. Branham voltou para o Leste para pregar sobre os selos. Do dia 17 ao 24 ele ensinou.O que ensinou, ele nunca soube previamente. Na verdade, ele ensinou de tal maneira a corrigir certas coisas que previamente havia ensinado. A razão para a correção foi que cada dia, enquanto esperava em Deus, aquela chama de fogo âmbar aparecia, e da nuvem a voz de Deus falava revelando-lhe a exata verdade do conteúdo dos Selos e o que os sete trovões proferiram.

“Assim diz o Senhor,” na boca de um profeta retornou a esta geração – a última geração – porque todas as coisas estão se cumprindo conforme a Palavra do Senhor.

CAPÍTULO IV

CONCLUSÕES

Tendo mostrado tanto a Escritura quanto a vindicação incomum do profeta-mensageiro, seria bom correlacionar ambas e ver nelas as maravilhosas obras de Deus. Pense por um momento no fato de que este homem é frequentemente de vindicação própria. Em outras palavras, houve ocasiões em que ele deu seu testemunho e pediu a outros para aceitá-lo como homem enviado de Deus. Não há profeta que tenha aparecido em cena em qualquer época que não tenha feito do mesmo modo. Quando Moisés apareceu diante de Israel ele disse: “Deus falou comigo de uma sarça ardente.” Ele então passou a provar isto pelos dois sinais que tinha de Deus. A reação imediata foi dupla. Alguns creram, e outros disseram:

“Não estávamos lá. Como sabemos que Deus lhe falou de uma nuvem de fogo?” Mas Moisés não ficou desanimado. Ele seguiu adiante. Ele sabia que Deus estava com ele em seu chamado, porque a voz que ele estava obedecendo era uma Voz Escriturística. Um verdadeiro profeta como Moisés será sempre um com a Palavra. A Voz que clamou da sarça falou a Palavra de Deus como tinha sido dada àquele grande profeta, Abraão. Ela disse: “Lembro-me da minha promessa ao meu povo.” Deste modo Moisés escutou e obedeceu, e ao fazer assim trouxe a promessa de Deus ao povo daquela geração.

Pense em João Batista, o maior profeta, pelo menos até aquela época. Qual foi o seu testemunho? João 1:31-34: “E eu não o conhecia, mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água. E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi e tenho testificado que este é o Filho de Deus.” Agora, aqui estava João com seu testemunho. Ele disse: “Deus me falou e me disse o que acabei de lhes dizer.” Aí novamente temos uma reação imediata que foi dupla. Alguns creram, e outros disseram: “Nós não estávamos lá, assim não sabemos se houve uma voz ou não. Além do mais, que sinal podes nos mostrar?”

Assim é com William Branham. Ele fala em ver uma luz aparecendo sobre as pessoas. Essa luz foi de fato fotografada, e você pode vê-la neste livro. Ainda assim, mui poucos de fato viram essa luz. Agora, se você aceita o testemunho dele ou não, depende de você, mas lembre-se agora mesmo de que você aceitou o de João, e ele não teve os sinais seguindo-o que a maioria dos profetas teve.

Alem disso, acontece com o Rev. Branham como aconteceu com Moisés, porque a Coluna de Fogo é absolutamente escriturística. E assim é a voz, porque ela nunca se desviou da Palavra. Dele, então, nós com certeza haveremos de ouvir e aprender a promessa de Deus para esta era.

William Branham também diz que um anjo lhe aparecia. Ele até mesmo o descreveu. Sua reação compete a você. Você pode crer ou descrer. Mas ninguém tem direito de repudiar outro, especialmente se o alegante está sobre fundamento estritamente bíblico – aparições angelicais são positivamente bíblicas. Um testemunho de si mesmo é absolutamente escriturístico. Deus respalda a revelação. Como foi com Paulo, que veio com a revelação completa de Deus aos gentios, Deus dando-lhe testemunho, tanto com diversos sinais e milagres e prodígios, quanto com dons do Espírito Santo, assim Deus tem dado testemunho de William Branham, porque não houve uma ocasião em que a visão falhou. Tampouco houve uma ocasião em que ele tenha dito “Assim diz o Senhor,” em que a Palavra em sua boca tenha falhado. Ainda que se possa ser censurado pelo que vem a seguir, todavia deve ser dito. Há pouquíssimas evidências escriturísticas na Bíblia para vindicar o ministério de revelação de Paulo. Que de fato Deus lhe deu a revelação completa ele afirma ter recebido, mas pouca prova fenomenal de Deus. TODAVIA NÃO HÁ DÚVIDAS, E NINGUÉM DUVIDARIA DA AUTENTICIDADE DO HOMEM EM SI E DA REVELAÇÃO. E hoje, este homem, William Branham, teve literalmente milhares de vindicações manifestadas de Deus, e com sua vida contendo todos os outros fatores que constituem o ofício profético, ELE DEVIA SER RECEBIDO PELO QUE ELE É – ELE DEVE SER RECEBIDO PELO QUE ELE É. “Assim diz o Senhor” em sua boca, pelo Espírito Santo, não tem absolutamente diferença alguma do “Assim diz o Senhor” na boca de Paulo, porque é o mesmo Espírito Santo.

O Espírito Santo que falou na Coluna de Fogo a Moisés é o mesmo Espírito que caiu no Pentecostes como uma nuvem de fogo, e é exatamente a mesma luz que apareceu a Paulo e o cegou e lhe falou, e essa Luz, ou Fogo, esta agora conosco novamente, e a voz é a MESMA VOZ, porque OS MESMOS SINAIS SÃO DADOS como antes, e o pronunciamento profético nunca falha. É assim a mais completa incredulidade que homens venham a este profeta e o ouçam revelar sempre, sem um engano, as várias doenças e problemas que acossam o suplicante que vem em busca de oração, e então ignorar esse sinal e dizer que ele é um profeta só em discernimento, mas não um profeta na Palavra. Oh, descrente, você não consegue ver que o sinal é para atrair sua atenção de modo que possa crer na Palavra? É a PALAVRA que conta, e o sinal é para conduzi-lo a Ela.

Mas o homem continua agindo como sempre fez. Quando Jesus veio, Ele os atraiu pelos milagres de cura, a água transformada em vinho, os pães e peixes multiplicados. Mas quando Ele começou a ensinar a Palavra que diferia da deles – quando Ele lhes apresentou as verdadeiras doutrinas – eles se afastaram Dele. E assim foi, que quando o Rev. Branham no principio apareceu em cena, milhares foram curados sem nunca uma falha. Nada resistiu diante dele. Então ele veio ensinando a Palavra. Deus o tinha enviado com uma mensagem. Mas a mensagem diferia radicalmente da mensagem das igrejas organizadas. Por isto ele foi repudiado. Mas Deus permanece fiel. Aquele que crê em Seus profetas prosperará.

Em março de 1963, de 17 a 24, este homem recebeu, por revelação direta através da Voz falando de uma Coluna de Fogo, a interpretação exata e perfeita dos Sete Selos. Estas mensagens estão em fitas, e já estão impressas.

A voz que lhe falou EXPLICANDO o significado foi a MESMA VOZ que deu a João, o amado, a revelação original sem explicação. Ouse alguém negar isto e afirmar que a visão é falsa, nós só podemos lhe dizer: “Que prova você quer de que um homem é profeta”? Não se pode ir além da Escritura que estabelece as leis. Tudo se cumpriu. Não está faltando nada. E se você quer um sinal por sua própria conta, peça-o. Isto só prova que a mesma incredulidade existe hoje como existiu em Israel, porque, enquanto o verdadeiro eleito recebeu a Cristo, baseado no sinal de ler o coração de homens, os fariseus obscurecidos se afastaram, repudiando esse sinal e pediram outro. Então, quando tinham crucificado o Senhor, eles colheram sua horrível recompensa da parte de Deus, porque Tito destruiu a cidade com tal ferocidade que o sangue daqueles entregues à espada encheu as sarjetas, enquanto as cruzes daqueles amarrados a elas encheram a paisagem. “Aquele que vos rejeita, a MIM me rejeita” – ainda é a Palavra do Todo-Poderoso.

As poderosas experiências na vida de William Branham são numerosas demais e bíblicas para omitir. Considere a ocasião em que ele estava batizando no rio Ohio e 4000 viram a Coluna de Fogo descer. Uma voz saiu daquela nuvem e lhe falou dizendo: “Como João Batista foi o precursor da primeira vinda de Cristo, assim a tua MENSAGEM (e o mundo a repudia) há de ser precursora da Segunda Vinda de Cristo.” Compare isto com João batizando no Jordão. João era o profeta. A Palavra sempre vem ao profeta. Ali Ele (a Palavra) veio manifestada em carne. O precursor e o Rei estavam face a face. Logo o Cristo era manifestado pelo que Ele era, e João decrescia. Pense agora em como este Profeta, em 1933, estava batizando em água. Ele era profeta, mas desconhecido como tal entre o povo. Agora a MESMA PALA VRA novamente vem ao profeta, porque a Palavra sempre vem ao profeta. A mesma luz que apareceu a Paulo e foi vista por muitos, mais uma vez apareceu e foi vista por muitos. E como só Paulo ouviu aquela voz, assim só William Branham ouviu essa voz, mas ele revelou o que a voz disse. E logo aquela Palavra manifestada retornará para receber Sua Noiva. É para isso que é a Mensagem. É para aprontar o povo do último dia. Que aqueles que a ouvirem, escutem.

Quando este profeta de Deus falou sobre as Eras da Igreja (que também estão em forma de livro), ele pediu a Deus um sinal de que tudo que ele tinha ensinado tinha sido verdadeiramente ensinado a ele pelo Espírito. Ali, por quinze minutos, 300pessoas viram a Coluna de Fogo aparecer na parede do Tabernáculo  Branham em Jeffersonville, Indiana.

Tem sido surpreendente para muitas pessoas que este profeta do tempo do fim aos gentios seja americano de nascimento, de ascendência irlandesa e indígena. Mas ainda que não tenhamos fundamentação bíblica para sua ascendência, temos fundamentações bíblicas para o seu nascimento neste país. Zac. 14:6-7 diz, em relação à Vinda do Senhor: “E acontecerá, naquele dia, que não haverá preciosa luz, nem espessa escuridão. Mas será um dia conhecido do SENHOR; nem dia nem noite será; e acontecerá que, no tempo da tarde, haverá luz.” o sol se põe no oeste. Ele nasce no leste. O sol da Justiça nasceu no Oriente, Palestina. A igreja nasceu em Jerusalém. Desde então em cada era o Evangelho se moveu para o Ocidente.

As três últimas eras foram as mais perceptíveis no movimento para o Ocidente. Na reforma ou Era de Sardes, já foi na Europa ocidental. Na Era de Filadélfia atravessou o canal para a Grã-Bretanha. Nesta última era (de Laodiceia) atravessou o Atlântico para os Estados Unidos, que agora por sua vez tornou-se o baluarte vital e disseminador do Evangelho, do mesmo modo que a Europa foi outrora. Agora, se deixarmos as praias dos Estados Unidos, estaremos nos dirigindo para o Oriente. Não há mais lugar a que ir. A luz ao anoitecer significa luz nos Estados Unidos. Deste modo, o profeta-mensageiro tem de vir desta nação.

De fato, muitos anos atrás, antes deste nome ser até mesmo conhecido, foi profetizado com relação a ele chamando-o por nome. Foi dito que pouco antes da Vinda do Senhor se levantaria um profeta chama do William Branham, e que ele seria conhecido na costa oeste dos Estados Unidos pelo seu ministério. É estranho, mas verdadeiro, que seu ministério seja mais bem recebido no Oeste, e Deus tenha concedido que muitos prodígios poderosos fossem feitos ali. Até mesmo ele se mudou de Indiana para um estado mais a oeste, e planeja residir numa localidade a oeste.

Uma vez que o ministério deste homem é aquele de Elias a esta era, então podemos encontrar com certeza ampla descrição escriturística. Examine a natureza de Elias. A natureza de Elias foi a de um homem do deserto. Ele não foi nem sofisticado nem político em sua abordagem à era na qual viveu. Ele foi corajosamente e francamente rendido a Deus, e o que falava não se conheceu ultrapassar uma mensagem do Senhor. Ele se separou da ordem religiosa do dia, que era a escola dos profetas e seus partidários. Ele detestava o caráter de mulheres pervertidas, e se opôs a profetiza (falsos sistemas religiosos) do seu dia.

Agora então, quando este ministério veio sobre William Branham, nós vimos as mesmas atitudes e reações em sua vida como vimos na de Elias.

Aplicando isto a João Batista, novamente vemos a exata natureza, atributos e maneiras de Elias. Com ouvido para ouvir, e olho para ver, devia ser a menor das dificuldades encontrar este homem hoje que tem o ministério de Elias. Não há ninguém vivendo que tenha toda esta vindicação natural e sobrenatural, como tem este homem, William Branham, servo do Deus vivo.

Um povo supersticioso muitas vezes leva uma verdade peculiar longe demais. Mas há uma verdade peculiar que não devia ser ignorada, e a que, entretanto não deveser atribuído significado além do seu valor. O nome de família original deste homem é Branam. Seu pai decidiu, por alguma razão, acrescentar um H ao nome; tornando-o Branham. Isto não mereceria qualquer atenção especial, exceto pelo fato de que agora, hoje, no campo do empenho espiritual, haja dois homens cujos nomes terminam em HAM: Graham e Branham. Em seus ministérios particulares eles são, de longe, os maiores. Agora, considere que vivemos no tempo que é paralelo aos dias de Ló. Nós agora encontramos uma peculiar coincidência. Abrão teve seu nome mudado para Abraão para receber o Filho. O nome deste homem foi mudado também. E vemos seu ministério. Ele é um profeta para este dia, assim como Abraão foi o profeta para o seu dia. Assim o Rev. Branham recebia a revelação pelo Espírito Santo quanto ao que Deus está para fazer. E onde está o Rev. Graham? Esta lá nas igrejas nominais e outras, clamando aos homens para escaparem por amor às suas vidas. Isto é mais do que coincidência. Isto é real.

Leve este pensamento dos dias de Ló um pouco adiante. Foi no calor do dia que Deus pela primeira vez apareceu. Foi num domingo quente em junho de 1933 que a Coluna de Fogo apareceu pela primeira vez e foi vista por vários milhares, quando no inicio ele foi advertido acerca do que Deus ia fazer. Isto foi muito tempo antes que se tenha ouvido do Rev. Graham.

Mas agora, nas horas do entardecer, exatamente na mesma hora em que os anjos foram advertir Ló, este homem, Graham, apareceu para advertir homens quanto a breve Vinda de Cristo, para se arrependerem do pecado e fugirem por suas vidas.

Pode-se bem perguntar: “Quem é o outro homem tipificado pelo anjo anunciando aos pecaminosos?” Visto que todos estes três no dia de Ló estavam em uma arca, podemos ver bem que três americanos serão os antitipos. Branham, Graham, Roberts. Mas, note que desses três nomes, o mundo conhece só dois: Graham e Roberts. Estes são aqueles que estão no rádio, televisão, etc. Mas onde está Branham? Como o profeta (tipificado em Abraão), ele está lá na região montanhosa com os eleitos, recebendo as revelações de Deus para a precisão da interpretação da Palavra trazer a Noiva de volta a ser a Noiva-Palavra para que ela mais uma vez seja a leal esposa e exiba as obras mais poderosas que são a porção de uma igreja santificada.

Agora, o que está acima pode parecer arrogante, para se dizer o mínimo. Será argumentado que ninguém tem direito de elevar qualquer homem a uma posição tão alta e decretar que outros estão fazendo um trabalho de menor importância. Não é assim. Isto é a soberania de Deus. Deus fez essa escolha, não nós. Mas pense: Não é verdade que nunca há mais de um profeta maior de cada vez? Não é verdade que Deus nunca usou um grupo de homens para revelar a verdade, como muitos desejariam que crêssemos que está acontecendo hoje? Nem mesmo aos apóstolos a revelação foi concedida por processo grupal. Pedro foi o primeiro apóstolo e porta-voz, e então Paulo, e só Paulo foi o profeta mensageiro aos gentios. Então, quando todos estavam mortos exceto João, ele se tornou o profeta daquela hora. Sem dúvida isto está correto. Deus tem de ter Seu profeta para este dia, e a ele somente, através de vindicação apropriada, virá a precisão da interpretação da Palavra e sua aplicação a este último dia.

Pode ser argumentado aqui, então, que, se tal for o caso, e houver de se levantar um profeta entre nós, ele bem poderia escrever outra Bíblia. Agora, consideremos isso. O mesmo Espírito que ESCRÊVEU a Bíblia está novamente no homem para REVELAR a Bíblia. Isso mesmo. E se esse Espírito houvesse de ditar outra Bíblia, acabaria sendo EXATAMENTE a mesma Bíblia já escrita. Teria de ser, porque nem uma palavra poderia ser mudada. Nem mesmo um pingo de “i” ou o corte de um “t.” Deste modo, seria insensatez sugerir outra Bíblia. É qualquer coisa, menos insensatez, esperar uma revelação da Palavra, porque a Palavra não só vem ao profeta, mas ao profeta também vem a revelação da Palavra ao povo para esse dia. E é nisso que estamos interessados – a revelação da Palavra. Sua exata interpretação pelo MESMO ESPÍRITO que a escreveu.

Esta premissa nos leva a uma profunda conclusão. A voz deste homem será para nós a voz de Deus tanto quanto era a de Paulo quando ele falou a primeira era da igreja. Em I Tes. 2:13: “Pelo que também damos, sem cessar, graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a Palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade) como Palavra de Deus.” Negar que Deus despertou um profeta para revelar os mistérios das eras a este dia, é negar que sua voz é a voz de Deus a esta geração é negar que aquela voz de Paulo foi a voz de Deus para aquele dia. Isto Não torna um profeta literalmente Deus para o povo. Mas esclarece Ex. 4:16b: “E tu lhe serás por Deus.” Moisés era Deus para Arão porque a Palavra de Deus vinha através de Moisés a Arão. Arão não tinha o ofício profético (um dom de Deus), assim ele não podia, ele próprio, ir a Deus pela revelação. Moisés fazia isso. Arão aceitava isto. A mesma coisa se mantém hoje. Deus nos disse em Apoc. 10:7 que é um PROFETA que vai declarar os mistérios das eras e, por meio disso, revelar os sete trovões que foram selados. ENTÃO NÓS, TAMBÉM, DEVEMOS OUVIR A VOZ DE DEUS ATRAVES DE UM PROFETA QUE SERÁ DEUS PARA NÓS NESSA FUNÇÃO. MAS É AÍ QUE ISTO TERMINA. Não vá além disso, tampouco ouse ficar aquém disto.

Para esclarecer mais isto, compare João 10:34-3o com Sl. 82:6: “Eu disse: Vós sois deuses, e vós outros sois todos filhos do Altíssimo.” Agora, a Palavra de Deus vem ao profeta. Ela não vem de nenhuma outra maneira. Paulo deixou isto muito claro aos coríntios.

“Porventura, saiu dentre vós a Palavra de Deus? Ou veio Ela somente para vós?” A Palavra de Deus sempre vem ao profeta, e então, através do profeta ao povo. Deste modo, Deus chama aqueles a quem a Palavra de Deus vem para o povo, deuses. Os profetas sempre tem sido como Deus através deste processo ão povo. Quando o profeta Samuel foi rejeitado, Deus disse: “Não te tem rejeitado a ti, mas a Mim.” Samuel era Deus para o povo por meio da Palavra que vinha a ele. Isto retorna a Deut. 18, onde o povo se recusou a tratar com Deus diretamente para que não morresse, e assim Deus lhes deu profetas. Estes profetas, tratando com o povo pela vontade revelada de Deus, traziam Deus ao povo.

Para esclarecer isto ainda mais, compare os três títulos de Jesus. Ele foi chamado o Filho do Homem, o Filho de Deus, o Filho de Davi. Ele chamou a Si mesmo o Filho do Homem continuamente, porque era o Profeta. Isto é visto em Ezequiel sendo chama do por Deus “Filho do Homem.” Ezequiel foi o profeta. Jesus foi o profeta. Hoje, Ele é o Filho de Deus, ressuscitado e glorificado. Ele está ainda para ser o Filho de Davi. Agora então, note, Lucas 17:30 e não falhe em ver isto: “Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar.” Que dia? Como aconteceu nos dias de Sodoma. Mas o que foi revelado naquele dia? Não foi que Deus apareceu em carne como um profeta a Abraão e Sara pouco antes do filho vindouro, Isaque (tipo de Cristo)? Agora, se é para Jesus Se revelar mais uma vez como o Filho do Homem neste último dia, e “Filho do Homem” foi Seu titulo como profeta, então é necessário que o Espírito de Deus venha ao povo mais uma vez num profeta vindicado pela Palavra que aponte a igreja para a vinda do Filho (Jesus). Deste modo, para Deus ser fiel a Sua Palavra, Ele tem de nos enviar um profeta. Estamos esperando por um profeta. Estamos esperando por Elias. É assim evidente, e assim exatamente correto.

Novamente, permita-me admoestá-lo que o povo de Deus não ira se juntar e estar perfeito para a Sua Vinda por grupos com varias ideias e opiniões. Foi UM, (Moisés) que veio com a Palavra. Foi UM (João) que veio antes de Jesus. Novamente será UM profeta com a Palavra que virá com um ministério da Palavra que libertará o povo de Deus do mundo e os estabelecerá em justiça. Quanto à precisão destes pronunciamentos, simplesmente olhe em volta e pergunte-se isto: “Quem está concordando com quem na Palavra?” É evidente que o povo não está unânime – nós precisamos novamente da mente de Deus – nós precisamos novamente de “Assim diz o Senhor” – nós precisamos do profeta vindicado.

Dificilmente seria apropriado terminar esta dissertação sem comentar sobre o que pode ser um argumento principal de alguns. Há aqueles que argumentam que Deus não Se manifesta na vida de um cristão através de atos de poder, mas só através do fruto do Espírito. Nossa afirmação é de que ambas são necessárias, conforme a Palavra do Senhor como revelada através de Paulo, que teve tanto o poder quanto o fruto. Aquilo que foi atribuível a Paulo pode agora ser atribuído a William Branham, o mensageiro de Deus a esta era. Ainda que todo homem, se assim disposto, pudesse repudiar seu ministério e taxá-lo de falso, suas alegações sumariamente se desintegrariam quando confrontadas com sua vida consagrada e irrepreensível. Ninguém caminha com tal poder e ainda assim com tanta humildade. Ele invariavelmente considera os outros melhores do que si. As necessidades de outros são sempre colocadas acima de suas próprias necessidades. Ele nunca se defende contra um inimigo, mas encomenda tudo a Deus. Ele nunca pediu ou buscou pagamento quando defraudado. Nunca pode ser dito que ele tenha se recusado a dar quando estava em seu poder fazê-lo. Num dia quando todos buscam ser grandes, ele constantemente buscava ser pequeno, de modo que Deus recebesse toda a glória. Ele nunca buscou ter grandes programas. Ele não desfruta da posse de grandes propriedades. Ele nunca solicitava dinheiro. Nem uma vez ele pediu para ser servido, antes perguntava como poderia servir a outros. Em tempos de amarga perda e total abatimento, sofrendo e sozinho, ele adorou e serviu ao seu Criador, e amou e honrou o povo de Deus. Se alguém deseja procurar por fruto em abundância como critério, que olhe para este profeta de Deus com admiração, e seja estimulado a seguir em tais pegadas.

Finalmente, seja dito que se este homem é tal homem como foi argumentado, não causará ele atitudes impróprias em alguns daqueles que seguem com ele? E assim. Haverá aqueles que lhe atribuem o que ele não é. Por eles nós lamentamos. Haverá aqueles que o condenam e desejariam destruí-lo. Por esses nós tememos, lembrando-nos de Miriã e dos filhos de Arão e dos príncipes em Israel que censuraram Moisés. Por aqueles que não lhe dariam o lugar para o qual Deus o escolheu, nós tememos ao Máximo, porque seus corações sem dúvida se tornarão mais obscuros e seus caminhos mais inflexíveis até que blasfemem do Espírito Santo. Mas aqueles que recebem um profeta em nome de profeta nós inequivocamente lembramos as suas mentes a Palavra de Deus: “RECEBEREIS GALARDÃO DE PROFETA,” tudo quanto seu ofício legar – em resumo, o que quer que Deus escolha derramar através dele para o povo tudo isso é seu pela fé.



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